14 abril 2013

Não foi um fim, foi um recomeço

5 comentários

A vitimização é um processo comum pra acalmar a dor. Ela exige que a gente dê um tapa na cara do outro sem luvas. Que é pra esbofetear e deixar alguma marca. Porque, no fundo, a gente acha que não é justo. Ainda mais se a outra pessoa se for sem que a gente queira. Precisamos infringir algum tipo de dor ao outro pra se sentir melhor. Precisamos manchar um pouco a imagem de quem tá indo, para arrumarmos alguma desculpa ou falha de caráter – do outro – que justifique o término, o abandono, a superação rápida, o desalento e todas essas pontas soltas que nos deixam sem saber como reagir. 
Eu fui – como você poderia ter ido e como muita gente se vai – e o mundo continua. Não tem motivo pra ficar bravo comigo nem pra transformar essa dor toda em acusação. O amor verdadeiro está na renúncia e eu renuncio de você em respeito a tudo o que vivemos. Que existiu, que foi lindo, mas que – como tudo na vida – teve um fim. Dizer que não deu certo seria blasfêmia  deu sim, certo demais, mas acabou. Como um filme bom que toca a gente mas acaba. Ou como livro que a gente tenta em vão ler devagar para o fim não chegar. Eu me detestaria se continuasse aqui por pena. Seria uma traição comigo e com você. Eu vou e eles também se foram um dia desses. Porque o lado triste do amor é que alguém sempre vai – e aposto que algum dia você vai também.
As coisas deveriam ser simples assim, nada é eterno ou para sempre. As pessoas deveriam ser mais resolvidas, todo mundo um dia sofre ou fará alguém sofrer, mas todos nos sobreviveremos. Menos dor e mais amor.

11 abril 2013

Voltando

15 comentários
Olá pessoas, eu estava sumido mas continuo bem vivo. Estava viajando e fiquei com preguiça de atualizar o blog ehehe. Mas agora que voltei, percebi que uma pessoa anonima comentou em vários post aqui do blog. Uma pessoa homofobica que disse que nossa causa não é valida e que aguarda o Bolsonaro ser candidato a presidente entre outras bobagens, no entanto eu fiquei confuso por que em um post com fotos minhas a pessoa disse que me catava fácil. Eu só queria dizer um muito obrigado não só para essa pessoa, mas para todos covardes que já comentaram e que vão comentar anonimamente e tentar depreciar meu blog e a causa gay, isso por que se a pessoa se deu ao luxo de ler 55 post e comentar em todos deve ter no fundo gostado do blog, por que nem alguns frequentadores mais assíduos fizeram tanto :)
Bjos a todos estou de volta ;)

26 março 2013

Refletindo

8 comentários
Não é... Sem mais comentários. 
Bjos a todos e todas
 (minha ausência se justifica pela correção do meu primeiro capítulo da dissertação, menos um eheheh quase lá)

20 março 2013

Por mais tesão na cama

19 comentários

Ninguém está livre de cair nas armadilhas do sexo rotineiro. Principalmente quando estamos num relacionamento longo. Nos acostumamos tanto com o outro que o sexo passa a ter roteiro definido – afinal, os dois sabem bem o que o outro gosta, como gosta, o quanto gosta, e costumamos não querer mexer em time que está ganhando. Ou seja, se o sexo é bom assim, vamos continuar desse jeito que não vai ter erro. Acontece, que o monstrinho da rotina traz com ele um outro amigo – o tédio. Não é que o sexo fique ruim, ele apenas deixa de ser tão empolgante e tesônico. A falta de surpresas vai deixando a coisa toda muito óbvia debaixo dos lençóis. Até o momento em que você se dá conta que, na maioria dos dias, prefere ver um filme, jogar vídeo game, ou dormir de conchinha do que transar. Você não precisa ser uma máquina sexual incansável, mas essa monotonia na cama vai fazendo com que o casal, com o tempo, se torne mais amigo do que amante. E não é que o tesão dos envolvidos deixou de existir – ele apenas perdeu força com relação àquela pessoa, o que é uma pena. E para que a rotina não seja motivo para que os dois sintam vontade de buscar novidade fora de casa, é preciso estar atento. Relacionamento exige cuidado constante sim – se não quer ter preocupações, compre um boneco inflável. Conseguir ficar junto e feliz por longos períodos de tempo nunca é por acaso. Se for investigar a vida dos casais felizes, há uma preocupação constante em manter a chama acesa. Caso contrário, chuva, vento e tempestades apagam o fogo.

13 março 2013

Vivendo um dia de Icarly

13 comentários
Olha só gente, tenho até vergonha de falar mas eu adoro um seriado infanto juvenil da Nick o ICarly. Mas o post de hoje não é sobre o ICarly em si, mas de uma situação que eu vivi essa semana que foi muito idêntica a um episódio do seriado. Seguindo a onda do Foxx de compartilhar seus encontros, eu quero compartilhar um meu. Depois da minha experiência com o Grindr, por recomendação do Railer eu comecei a usar o Scruff, que é um outro aplicativo para encontro/sexo casual. 
No Scruff eu conheci um cara de 30 anos muito bonito e sexy que queria algo além de sexo. Eu muito feliz fui ao encontro. É ai que entra o ICarly, por que num episódio a Carly sai com um bad boy todo másculo e selvagem, mas quando chega na casa dele descobre que o rapaz colecionava bichinhos de pelúcia, dava nome para eles, falava com eles e tratava eles como filhos. Pois não é que o moço do meu encontro fazia isso também. Ele me apresentou todos os seus "filhos" falou nome, contou a história de cada um e fez uma vozinha fina fingindo ser os bichinhos falando. Depois de uma hora na casa dele eu percebi que isso não era uma brincadeira, era algo real e sério (para ele). Ai quando eu vi que o cara não podia ser uma pessoa normal eu resolvi falar que estava passando mal e fui embora. Antes de sair do Ap dele eu até dei uma olhada para ver se não tinha umas câmeras escondidas, pois eu realmente achei que aquilo só podia ser uma pegadinha.
E depois o Foxx reclama dos encontros dele, troca comigo heeheheheheh
Moral da história; a vida não tá fácil para ninguém...

11 março 2013

Dia de sol

24 comentários
Depois de muitos dias de chuva, um dia de sol. Fica ai o registro do meu final de domingo :)

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