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14 abril 2013

Não foi um fim, foi um recomeço

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A vitimização é um processo comum pra acalmar a dor. Ela exige que a gente dê um tapa na cara do outro sem luvas. Que é pra esbofetear e deixar alguma marca. Porque, no fundo, a gente acha que não é justo. Ainda mais se a outra pessoa se for sem que a gente queira. Precisamos infringir algum tipo de dor ao outro pra se sentir melhor. Precisamos manchar um pouco a imagem de quem tá indo, para arrumarmos alguma desculpa ou falha de caráter – do outro – que justifique o término, o abandono, a superação rápida, o desalento e todas essas pontas soltas que nos deixam sem saber como reagir. 
Eu fui – como você poderia ter ido e como muita gente se vai – e o mundo continua. Não tem motivo pra ficar bravo comigo nem pra transformar essa dor toda em acusação. O amor verdadeiro está na renúncia e eu renuncio de você em respeito a tudo o que vivemos. Que existiu, que foi lindo, mas que – como tudo na vida – teve um fim. Dizer que não deu certo seria blasfêmia  deu sim, certo demais, mas acabou. Como um filme bom que toca a gente mas acaba. Ou como livro que a gente tenta em vão ler devagar para o fim não chegar. Eu me detestaria se continuasse aqui por pena. Seria uma traição comigo e com você. Eu vou e eles também se foram um dia desses. Porque o lado triste do amor é que alguém sempre vai – e aposto que algum dia você vai também.
As coisas deveriam ser simples assim, nada é eterno ou para sempre. As pessoas deveriam ser mais resolvidas, todo mundo um dia sofre ou fará alguém sofrer, mas todos nos sobreviveremos. Menos dor e mais amor.

20 março 2013

Por mais tesão na cama

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Ninguém está livre de cair nas armadilhas do sexo rotineiro. Principalmente quando estamos num relacionamento longo. Nos acostumamos tanto com o outro que o sexo passa a ter roteiro definido – afinal, os dois sabem bem o que o outro gosta, como gosta, o quanto gosta, e costumamos não querer mexer em time que está ganhando. Ou seja, se o sexo é bom assim, vamos continuar desse jeito que não vai ter erro. Acontece, que o monstrinho da rotina traz com ele um outro amigo – o tédio. Não é que o sexo fique ruim, ele apenas deixa de ser tão empolgante e tesônico. A falta de surpresas vai deixando a coisa toda muito óbvia debaixo dos lençóis. Até o momento em que você se dá conta que, na maioria dos dias, prefere ver um filme, jogar vídeo game, ou dormir de conchinha do que transar. Você não precisa ser uma máquina sexual incansável, mas essa monotonia na cama vai fazendo com que o casal, com o tempo, se torne mais amigo do que amante. E não é que o tesão dos envolvidos deixou de existir – ele apenas perdeu força com relação àquela pessoa, o que é uma pena. E para que a rotina não seja motivo para que os dois sintam vontade de buscar novidade fora de casa, é preciso estar atento. Relacionamento exige cuidado constante sim – se não quer ter preocupações, compre um boneco inflável. Conseguir ficar junto e feliz por longos períodos de tempo nunca é por acaso. Se for investigar a vida dos casais felizes, há uma preocupação constante em manter a chama acesa. Caso contrário, chuva, vento e tempestades apagam o fogo.

13 março 2013

Vivendo um dia de Icarly

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Olha só gente, tenho até vergonha de falar mas eu adoro um seriado infanto juvenil da Nick o ICarly. Mas o post de hoje não é sobre o ICarly em si, mas de uma situação que eu vivi essa semana que foi muito idêntica a um episódio do seriado. Seguindo a onda do Foxx de compartilhar seus encontros, eu quero compartilhar um meu. Depois da minha experiência com o Grindr, por recomendação do Railer eu comecei a usar o Scruff, que é um outro aplicativo para encontro/sexo casual. 
No Scruff eu conheci um cara de 30 anos muito bonito e sexy que queria algo além de sexo. Eu muito feliz fui ao encontro. É ai que entra o ICarly, por que num episódio a Carly sai com um bad boy todo másculo e selvagem, mas quando chega na casa dele descobre que o rapaz colecionava bichinhos de pelúcia, dava nome para eles, falava com eles e tratava eles como filhos. Pois não é que o moço do meu encontro fazia isso também. Ele me apresentou todos os seus "filhos" falou nome, contou a história de cada um e fez uma vozinha fina fingindo ser os bichinhos falando. Depois de uma hora na casa dele eu percebi que isso não era uma brincadeira, era algo real e sério (para ele). Ai quando eu vi que o cara não podia ser uma pessoa normal eu resolvi falar que estava passando mal e fui embora. Antes de sair do Ap dele eu até dei uma olhada para ver se não tinha umas câmeras escondidas, pois eu realmente achei que aquilo só podia ser uma pegadinha.
E depois o Foxx reclama dos encontros dele, troca comigo heeheheheheh
Moral da história; a vida não tá fácil para ninguém...

01 novembro 2012

Quando eu não quero beijar só um

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Eu posso dar para todo mundo mas não dou para qualquer um...
Outro dia li essa frase que é de um certo impacto e pensei: puritanismo é para os hipócritas, quem disse essa frase tem muita coragem. Ai essa semana fui chamado por um amigo de "vadia" e eu pensei em imediatamente dizer que isso era um absurdo, mas me lembrei do falso puritanismo que exala da pele suada de muitas pessoas que estão nesse momento fazendo um sexo selvagem com um amante, um desconhecido, o porteiro do prédio enfim... Respondi para o meu amigo que dependendo do ponto de vista eu sou uma vadia sim, lembrei dessa mesma frase adaptando ao meu contexto "posso ficar com todo mundo mas não fico com qualquer um". Nessas horas eu não acho um problema eu ser chamado de vadia pelo fato de eu gostar de beijar muito e de não gostar do mesmo feijão com arroz todo dia e querer ter mais variedades no meu cardápio, o que eu não entendo é por que algumas pessoas ficam assustadas com isso. Eu também acredito que uma pessoa só é muito pouco para a gente ser feliz, se amar é bom por que não amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo? Quando eu falo essas coisas todo mundo fica chocado e imediatamente deve passar pela cabeça o mesmo que o meu amigo disse sobre mim. Mas o fato é que está na cabeça de quase todo mundo que o certo e normal são as relações monogâmicas,  o modelo de família nuclear burguesa já está sendo superada, agora só falta as pessoas não ficaram tão chocadas e pensar que é pura putaria quando eu digo que meu coração é muito grande para amar uma pessoa só. 

01 outubro 2012

Amar de várias formas

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Hoje muita gente ainda torce o nariz para formas alternativas de relacionamento – como o poliamor, por exemplo. Mas o fato é que – quer as pessoas gostem ou não – aquele ideal de amor romântico, que defende que a pessoa precisa passar a vida em busca de uma tampa pra panela, está em baixa. Por vivermos em uma época na qual a busca pela individualidade é um dos principais objetivos de vida – para homens e para mulheres – não encaixa muito bem um modelo de relação que exige uma completa fusão de dois seres. Por isso, cada vez mais pessoas estão percebendo que não precisam se prender a somente uma pessoa pelo resto da vida e que podem sim buscar relações múltiplas, inclusive ao mesmo tempo e com gêneros diferentes. Isso por que cada dia mais pessoas  estão se atentando ao fato de que não necessariamente precisam se interessar por homens ou por mulheres. A bissexualidade é uma tendência. Nesse universo de transformações não existe mais a necessidade que uma parceria feita de homem + mulher exista na vida de todo mundo. Por isso, percebemos um aumento de pessoas que se interessam por outras pessoas, numa atração que vai muito além do gênero.
Para os conservadores que acham isso tudo uma grande putaria, deixamo duas notícias: a primeira é que não adianta lutar contra essa tendência, pois ela já está acontecendo. No futuro, iremos olhar para a época em que vivemos hoje e será mais fácil identificar essa mudança acontecendo na vida de muitas pessoas. A outra notícia é que essa abertura tende a quebrar modelos e apontar para uma direção onde não há regras – se alguém quer ficar casado por 60 anos com a mesma pessoa, ótimo. Se a outra quer casar com 5 pessoas, ótimo também. Se a outra quer ficar sozinha, sem problemas. O importante é a consciência que essa é uma escolha individual e que não diz respeito a ninguém mais além da própria pessoa que a escolheu.  Como já dizia o ditado, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

27 setembro 2012

Mulheres fálicas, homens vaginais.

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Dieison Marconi
Mulheres fálicas, homens vaginais.  Quem quer (e precisa) viver  classificado? Quem tem medo de ficar boiando por aí?  Ter um pênis (pau, pica, pinto seja lá o que você chama) não te faz homem? Não, não faz.  Ter uma vagina, (xoxota, boceta ou  siririca, chame como quiser) não te faz mulher? Não, não faz. E não faz porque não é tua genitália que decide teu gênero, e este, é mais do que qualquer condição biológica, é mais do que se convencionou socialmente ser  masculino e feminino.  Homens não são de Marte, mulheres não são de Vênus. Vivemos um momento de desconstrução de tudo que é definido?  Um momento de desconstrução de tudo que é construído,  de uma sociedade fálica? E agora, que qual será o lugar do falo?
E não sou eu quem diz isso. Quem diz, são pessoas como o transexual australiano Buck Angel , este aí na foto acima.  Ele diz:   “estou mostrando que as coisas não são assim tão limitadas. Você não pode negar que sou completamente homem. Quando estou transando com um homem, parece uma transa gay. Mas você vê um pênis penetrando uma vagina, então... é uma relação hétero ou o quê? Curioso, não? E as pessoas odeiam quando as coisas não cabem nas suas caixas classificatórias... e na verdade me sinto um garanhão que tem uma vagina!”
Quem diz isso são identidades marginalizadas que lutam para assumirem um discurso naturalizado, para debelar  uma mentalidade de uma sociedade falocêntrica que é vergonhosa quando não reconhece que gênero não é definido pelo que você tem no meio das pernas,  e que nisto, desrespeita direitos humanos, como aconteceu com Cece, norte americana,  negra, mulher, transexual. Foi vitima  de agressão, repressão e acabou  presa feito uma criminosa somente porque era é mulher, negra, transexual, com um pênis. Ué,  mas ela não era a vitima?  Conheça a história aqui
Quem diz isso, não sou eu. Quem diz isso, é João, que antes era Joana. Homem com J maiúsculo.  Joana virou João em 1977, a primeira mulher transexual a mudar de sexo no Brasil, que desde os quatro anos de idade, embora preso em um corpo de mulher, era um homem, se identificava com o gênero masculino.  E ele diz: “a nossa cultura infelizmente só concebe o binarismo homem x mulher. Os pais, quando detectam o sexo do bebê, já escolhem o nome e o gênero que este deverá seguir: os brinquedos (boneca para as meninas e carrinho para os meninos), a cor das roupas e como deverá se comportar. Todos já nascem “cirurgiados”. Veja mais aqui, na trip
Quem diz isso, não sou eu: é o pai  que resolve usar saia para apoiar o filho que gosta de usar vestido, e que neste lindo ato de amor e respeito para com o diferente, diz: sim, eu sou um daqueles pais que tentam criar seus filhos de maneira igual. Eu não sou um daqueles pais acadêmicos que divagam sobre a igualdade de gênero durante os seus estudos e, depois, assim que a criança está em casa, se volta para o seu papel convencional. "É absurdo esperar que uma criança de cinco anos consiga se defender sozinha, sem um modelo para guiá-la. Então eu decidi ser esse modelo". Leia aqui 
Por qual motivo eu trouxe essas histórias, essas pessoas e este assunto? Podem achar que eu sou uma bicha revoltada, mas na semana passada achei o Rio Grande do Sul o estado mais ignorante, preconceituoso e segregacionista do mundo.  O RS, se comparado a muitos outros estados,  ainda é um dos mais tolerantes para com a diversidade sexual, mas semana passada era semana Farroupilha, 20 de Setembro, momento de exaltar o gaúcho, o macho, o homem viril, o forte, o homem fálico, guerreiro, uma terra de machos...e machos. Momento de exaltar uma guerra perdida, de colocar o bairrismo nas alturas, momento de passeatas que já expulsaram homossexuais das cavalgadas da nossa "grande semana Farroupilha." Momento de comemorar uma cultura construída, que insiste em nos colocar frente a ideologias  arraigadas e conservadoras.  Quem diz isso, não sou eu que também sou gaúcho.  Quem disso é o próprio Rio Grande Sul, que  há pouco tempo Aprovou o uso de carteira social para travestis e transexuais . Por isso que,  se me orgulho de ser gaúcho, é por atos humanistas como este, não por um tradicionalismo arraigado e preconceituoso, que ignora todo o manancial cultural que é o nosso estado, toda a diversidade de pessoas que existem aqui, não por  uma cultura que sinceramente, NÃO é minha identidade, que não nos representa.  Se o Rio Grande do Sul é tradicionalista, se o gaúcho é macho, eu digo:  o Rio Grande do Sul também é colorido, o gaúcho é gay. 
 "Eu sou de vânia e de vênus, eu sou de pedro e de marta, eu sou de lia, sou de leão, sou de Aires e de Iris, eu sou da terra e vivo a vida, eu sou de vera, sou de verão." (Gustavo Galo / Tatá Aeroplano)
 É preciso mais que um soco pra se fazer um som, um homem, um filme. É preciso seu amor, seu feminino, seu suingue. Pra ser bom de cama é preciso muito mais do que um pau grande. É preciso ser macho, ser fêmea, ser elegante. (Thais Gulin- Cinema americano)


25 julho 2012

Frederico me ajuda: não pego nem gripe

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Frederico, não consigo pegar ninguém, nem gripe, eu até me esforço para conseguir ficar com alguém, mas nuca da certo. O que pode estar de errado?

Meu caro, geralmente quando temos um problema não queremos assumir ele. Pode ser que talvez você não pega ninguém por que você tem alguns problemas que precisam ser superados. Eu saparei 5 problemas que geralmente incomodam todo mundo em algum nível. 
1. Você é muito crítico e ninguém gosta disso. 
Quando você faz críticas "construtivas" constantes ao namorado/rolo pensando que isso é uma forma de carinha e bem cuidar, cuidado!! Muitos gays geralmente interpretam esse gesto como uma forma de você querer ser o "superior" da relação.
2. Você acha que sabe transar, mas só acha...
Não basta ser gostoso para dar prazer. Se você não souber rebolar, provocar, fantasiar, pedir, lamber, chupar, dar ou comer, o cara irá te usar como uma masturbação terceirizada, onde ele monta em cima de você e goza o mais rápido possível. 
3. Você é louco. Simples assim.
Se você é daquele tipo de gay instável, que gosta de se intitular bipolar por que acha isso pop e que uma hora ama e outra tem ódio, que tem reações exageradas, paranoias como ciúmes sem provas, nem preciso dizer que você espanta os caras, né?
4. Você não é tão bonito quanto os homens que quer namorar.
Todos sabem que beleza deve ser nivelada e compatível para uma relação dar certo de verdade. Se você é desprovido de beleza não adianta ficar procurando o gostosão da esquina, procure alguém parecido com o seu nível de beleza. A vida não é justa e porque esperar que ela seja nas relações amorosas?
5. Você é chato, mas ninguém tem coragem de te dizer isso.
Aquelas pessoas que falam muito mais que todos em uma conversa, que o assunto é sempre ela, implica com pequenas coisas, tudo que é dele é melhor do que dos outros, aquele que nunca pergunta ou se interessa pela vida do amigo, é uma pessoa que ninguém quer do lado.

Agora, se você tiver um ou dois desses probleminhas beleza, você pode mudar, fique  preocupado se você tiver todos esses problemas por que ai você deve ser um cara chatooo para caramba ehehehe.

16 julho 2012

Frederico me ajuda: meu namorado era "galinha" e agora?

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Frederico, meu namorado era muito galinha, passou o rodo geral e eu não consigo ficar tranquilo com isso, o que eu faço?
Uma das maiores certezas que temos na vida é que cada escolha é uma renúncia. Imagino que seu namorado não tenha te pego a força e te obrigado a iniciar um namoro com ele, então só nos resta pensar que você escolheu namorar com o cidadão em sã consciência.
Tendo esclarecido isso, seremos sinceros mais uma vez – se você decidiu entrar nesse relacionamento, então precisa bancar essa decisão. Não dá pra namorar com alguém e ficar paranoico de ciúmes. É um saco para você e para ele (se ele estiver sendo fiel então, mais ainda!)  e esse tipo de sentimento só vai se intensificando ao longo do tempo até chegar o momento em que se torna insuportável, pois a falta de confiança dificilmente é algo que pode ser solucionado. 
Existe um boato de que não existe ex-galinha, mas podemos te garantir que há exceções. Há homens que ficam na pegação porque estão em busca de alguém legal, mas ainda não encontraram. É  a velha história de ir se divertindo com os errados enquanto não encontra o certo. E, de fato, não há nada de errado nisso, já que estamos falando de pessoas solteiras. A partir do momento em que a pessoa encontra alguém e decide começar um relacionamento, daí fidelidade é uma questão de caráter - algumas pessoas têm, outras não. Não há regras, você precisa usar a sua sensibilidade para perceber os sinais de quem está sendo sincero ou sacana. 

04 julho 2012

A procura do namorado perfieto

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Conversando com um amigo hoje, ele me disse que está precisando arrumar um namorado, mas um namorado descente, pois está cansado de caras que não querem nada além de sexo. Ai eu pensei, que engraçado (na verdade é triste) eu conheço mais pessoas que querem namorar sério, do que pessoas que só querem um sexo casual, então por que existem tantas pessoas solteiras? Cheguei a uma conclusão. Quase todos que querem namorar, estão procurando alguém  que não existe ou que sinceramente como diz um ditado popular é muita areia para o seu caminhão. Claro que a gente sempre olha para o cara mais bonito, até por que a beleza é a primeira impressão, mas deve-se também dar atenção para os menos providos de beleza, pois esses quase sempre são legais e inteligentes. Eu já disse aqui no blog várias vezes, para mim beleza não é o principal, deve ser por isso que eu não sou um solteiro ressentido.

21 junho 2012

Frederico me ajuda: dois submissos na cama.

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Estou afim de um cara com o qual estou saindo há tempinho, mas descobri que no sexo ele adora ser submisso e eu não curto dominar, pois sou passivo e também curto submissão. E agora o que eu faço (Leitor Anônimo)

Muito embora eu sendo gay também, não sei explicar essas coisas de submissão, consigo visualizar isso melhor em um panorama heterossexual. De fato, as pessoas tendem a ter uma preferência quanto a dominar ou se deixar dominar no sexo. A nossa cultura, com muitos vestígios dos pensamentos machistas que eram regra no passado, ainda tende a supor que a mulher deve ser submissa e que o homem deve ser o dominante.  Muitos que defendem essa opinião se baseiam no fato de que somos animais e que por isso deveríamos seguir a lei da natureza – a fêmea se abre dando espaço para que o macho controle a situação. Eu imagino (sem muita certeza) que você como passivo curta essa fantasia de um macho dominador justamente por imperar em nossa sociedade a ideia de que o passivo seria como a mulher da relação, por isso mesmo submisso (mas isso não é o foco da questão) 
Bom, no seu caso, como os dois são submissos, e um submisso só pode existir diante de um dominador, vocês vão precisar alinhar algumas coisas na cama. O primeiro passo é decidir se o relacionamento vale a pena mesmo que você tenham que fazer adaptações nas suas preferências sexuais. Se acharem que sim, daí vão precisar encontrar uma forma de equilibrar a equação para que os dois possam sentir prazer na mesma proporção. De repente, podem decidir alternar – um dia você domina em nome do prazer dele e no outro ele te domina em nome do seu prazer. Ou então, podem se dividir durante o sexo – um começa dominando e depois troca de papel com o outro. Enfim, aí vocês precisarão conversar e decidir o que acham melhor para os dois.

04 junho 2012

A tal da "Virilidade"

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Não, meus caros. O grande mal da humanidade não são as drogas, como diria a sua avó. Nem o consumismo ao qual o seu vizinho idealista tem aversão. Muito menos a falta de engajamento político dos jovens, que o seu professor de história tanto condenava. O novo vilão é um lobo em pele de cordeiro. Chegou tímido, mas logo encontrou cadeira cativa na mesa do café da manhã das famílias mais tradicionais, aquelas de comercial de margarina. Então, aos poucos, foi colocando as manguinhas de fora. Hoje ganhou o superpoder da onipresença: está em casa e na rua, no meu trabalho e no seu; atinge  héteros e homossexuais. Queridos leitores, é de pau mole que eu estou falando, ou melhor do problema que se cria por causa de um pau mole.
Na boa, para mim isso não é problema, eu nem tenho vergonha em dizer que já broxei, o problema é a dimensão com que muitos caras fazem de um probleminha tão normal. Me lembro de um guri com quem eu sai no ano passado, com medo de broxar o moço tomou um viagra antes de sair comigo. Ai eu me pergunto, porquê pessoas jovens tomam viagra? porquê tomam viagra se ainda nem sabem se vão broxar ou não? É o velho mito da virilidade que atinge até os gays. Ser uma maquina sexual virou um status, por que você vai ser falado e comentado, e ninguém quer ser o broxa, todo mundo quer ser o "fodastico". Mas tipo, que se dane, ninguém tem que ser perfeito, e meter por meter a gente pode usar a mão, essa coisa mecânica de chegar dar um oi + um meio beijo + a trepada = a fim, isso sim que me broxa. Para mim o bom  mesmo é o antes e o depois do ato. E são justamente as preliminares que vão te dar mais intimidade e segurança para a hora do sexo. 

08 maio 2012

Sobrou beleza, mas faltou inteligência

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Tem  uma coisa coçando na garganta e não é um pentelho, e estou precisando por para fora. Outro dia fiquei com um cara muito bonito, mas era desprovido de inteligência. Nessas horas eu penso, que me desculpe os com  pouca bagem cultural e intelectual, mas eu prefiro os inteligentes. Alguns caras exercitam tanto os músculos que esquecem de aumentar a massa cefálica, ai se sentem na obrigação de ficar mostrando os seus dotes corporais, já que da boca não sai nada de interessante. É claro que eu adoro ver e pegar em homens lindos e fortes, mas me incomoda muito ficar fingindo um falso sorriso  nas conversas ocas e fúteis de pessoas que só conhecem o universo da academia, de filmes besteirol ou das baladas, para que no final da noite possa ter um sexo com um cara gostosão. Claro que as vezes a conversa é depois do sexo, ou nem se quer existe conversa (o que não me agrada também). Um bom sexo deve envolver um bom papo antes e depois do ato propriamente dito, e para isso é fundamental o cara ser uma pessoa esclarecida sobre diversos assuntos. Ter um bom desempenho não só na cama  mas com o conhecimento cultural é fundamental. 

30 abril 2012

Estou sendo "cozido em banho maria", e agora?

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A expressão coloquial “cozinhar em banho-maria” é usada para designar um estado do relacionamento em que permanece a sensação de expectativa nunca plenamente satisfeita. Você espera a realização daquele desejo que surge quando estão em contato, mas o resto do tempo (a maior parte dele) são apenas momentos gastos em espera e frustração. É como se o rapaz não estivesse tão interessado naquela relação quanto ele se mostra. E usa de subterfúgios para te deixar ali, cozinhando. Atiça aquela vontade, seja ela qual for, sem uma realização concreta. A situação é muito comum. Pessoas “cozinham” as outras, pelos mais variados motivos. Às vezes é pura indecisão: não sabe ainda o que quer da vida, e prefere te deixar esperando por uma resolução. Pode ser que ele esteja investindo em outro relacionamento, mas tem dúvidas se aquilo vai evoluir. Então mantém você ali, quase como um prêmio de consolação. Há aqueles que se relacionam com diversos garotos ao mesmo tempo e, tão acostumados a aquecer um banho-maria, enviam a todos a mesma mensagem de bom dia, logo pela manhã. É possível que ele esteja simplesmente evitando te dar um fora, para não parecer grosso. Fala que não tem tempo, mas quer dizer, nas entrelinhas, que não está afim agora. Talvez não queira descartar a possibilidade de uma oportunidade futura entre vocês.

Na verdade o que eu queria dizer hoje, é que eu já fui cozido em banho maria e só percebi isso depois de um bom tempo. O cara era cafajeste por que estava saindo comigo e com um outro ao mesmo tempo para ver com qual dos dois dava certo. Não deu comigo, mas eu espero que tenha dado certo com o outro e que eles tenham tido meses felizes... é tudo mentira eu sou vingativo desejei e ainda desejo tudo de pior para os dois heheheheehehe . Na verdade o que eu queria mesmo era dar um conselho, quando você está a um tempo com alguém e essa pessoa não dá sinal de que vai te levar a sério, você tem que acordar para a vida e partir para outra.

02 abril 2012

Ele nao entendeu que eu quero sexo com sacanagem

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Cada um escolhe como prefere transar, mas é difícil negar que sexo com sacanagem é geralmente mais gostoso. Sexo é um dos poucos momentos na vida nos quais podemos deixar de nos levar pelo racional. É aquela história do quero transar hardocore e depois adormecer no seu peito ganhando cafuné. Tem pessoas que não entendem isso e que confundem a criatividade na cama com falta de respeito.
Eu tive um rolo por algum tempo com um cara que nunca tinha experimentando uma modalidade mais aventureira na cama, ai eu expliquei para ele que sexo com romantismo é bom, mas todo dia cansa, e é necessário variar um pouco e um bom sexo selvagem faz muito bem para a pele.
E se você passa por isso nada melhor que uma boa conversa. Comece com umas fantasias  mais tranquilas para que o coitado não se traumatize. Mostre para ele que através da realização dessas vontades você sente muito mais tesão, o que vai naturalmente aumentar também o tesão dele. Elogie sempre que ele der um passo a frente e fazer uma coisa nova que você gostou. Peça pra ele fazer de novo na próxima vez e, com jeitinho, vá aos poucos pedindo as coisas mais secretas.
Se ele mesmo com todas as explicações, se recusar a ser um facilitador do seu prazer, acho que deveria rever um pouco os conceitos do relacionamento de vocês. É claro que ninguém é obrigado a transar de uma forma que não gosta, mas para uma parceria ser boa de verdade, as vontades precisam estar alinhadas. Se ele não estiver disposto a abrir mão de seus preconceitos em nome do prazer de quem ele ama, cabe a você decidir o quanto isso te incomoda e o quanto você está disposto a abdicar de seus desejos em nome de um relacionamento. 
Lembrando sempre que sexo prazeroso é sexo seguro, a camisinha é indispensável!!!

05 março 2012

Frederico me ajuda: meu tamanho é bom?

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O seu parceiro realmente se importa tanto com o tamanho do menino? Quantos centímetros seria considerado um tamanho satisfatório? 
Essa sua pergunta já foi feita mais vezes do que a do ovo e da galinha. Quase todos homem, por mais que se olhe no espelho todos os dias, tem uma certa encanação acerca do tamanho do pau. E por mais que já se tenha sido dito que a performance conta muito mais que os centímetros (ou que a falta deles), tem homem que não se dá por convencido. Então vamos lá:
De acordo com dados médicos, um pênis médio ereto tem entre 11 e 17 cm. Ou seja, se você tem um pênis que, ereto, mede mais de 17 cm, você pode se considerar um sujeito de pau acima da média. Se o seu pau, ereto, mede menos de 11cm, você, de acordo com o padrão das medidas, tem um pau pequeno. E se sua régua não vai além dos 7cm, você se encontra na classificação de micro-pênis – únicos casos para os quais procedimentos cirúrgicos para aumento do membro são indicados.
Se enquadrou a categoria dos pequenos? Calma, ainda tem jeito: Se aprofunde no Kama Sutra. Você precisa conhecer as posições mais favoráveis para o tamanho do seu instrumento. Seja o Deus do sexo oral. Não há quem fique insatisfeito se o cara não representa nos centímetros, mas manda muito bem no sexo oral e na pegada. Tenha um vibrador em mãos para fazer uma surpresinha de vez em quando. Não precisa ter medo dele – vibrador não ajuda a pagar as contas e nem faz cafuné depois do sexo.
E o mais importante: todo mundo sabe que homem de pau grande tem em todos lugares – homens com cérebro+caráter+pegada são raridade.
Boa sorte!

27 fevereiro 2012

A ditadura do sexo: o homem viril

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Essa ditadura sexual que nos rodeia, com o maior esforço para não associar com nenhum trocadilho, provoca um ciclo tão perfeito quanto aquele estipulado no livro 1984, do inglês George Orwell, em que o "partido" decretava que "quem controla o passado, controla o futuro e quem controla o presente, controla o passado". Vivemos em um tenso momento em que todo homem se vê na iminente situação de ser eternamente viril e caçador, sempre disposto sexualmente e mentalmente livre de quaisquer impeditivos para a cópula. Se isso segundo alguns heterossexuais é um problema em seu cotidiano, imagina então no mundo homossexual, com dois homens em uma relação amorosa ou simplesmente sexual. 
Por mais que alguns (muitos) homossexuais descartem a necessidade do casamento ou de uma simples relação estável, grande parte ainda deseja um príncipe encantado. Porém para achar tal príncipe, ele mesmo deve se tornar um príncipe encantado, por que nessa nossa ditadura das aparências não adianta de nada você querer um príncipe se você é um sapo. Claro que o príncipe em questão significa ser viril, forte, engraçado, culto, rico, iluminado e... com pegada. Isso me faz pensar que estamos perseguindo algo impossível e sendo perseguidos também por isso; por uma constante cobrança da aparência e no caso gay também destacamos a eterna ereção, visto o enorme e desenfreado desejo sexual de muitos homossexuais. 
Mas a boa notícia é que eu disse muitos e não todos. Existem muitos sapos que não querem o seu príncipe, desejam apenas uma pessoa culta a interessante, se não for pedir de mais e também se não for uma relação aberta um pouco de fidelidade não faz mal. 
Eu acredito que sexo apenas para saciar um desejo sexual não vale a pena, por que sexo por sexo só faz do teu "pau" um instrumento supérfluo, visto que os Sexshop nos provam que para o prazer você não necessita necessariamente de um parceiro. O prazer maior para mim está no antes e no depois do sexo, quando você envolve mais do que desejo sexual, envolve sentimentos. 

30 novembro 2011

O mundo seria mais fácil para os bonitos?

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Em um mundo regido por artificialidades onde, como num Matrix, vivemos em uma realidade paralela criada pelos padrões culturais, beleza importa e muito. Há os que dizem que beleza interna significa muito mais, mas essa teoria só se aplica depois de alguns momentos de intimidade, quando se torna possível enxergar além da armadura da aparência.
A necessidade de não ser feio ultrapassou as camadas puramente sociais, e hoje não é nada incomum lermos exigências como “necessita-se de boa aparência” nos pré-requisitos para arrumar empregos. E os feios, como ficam? Além disto, outra pergunta que não quer calar - Beleza põe a mesa?
Por mais que o culto da beleza tenha criado raízes na nossa realidade, ser bonito não é mérito de ninguém. Aquela criancinha de formas simétricas, olhos claros, cílios longos e cabelos perfeitos, não teve mérito nenhum por nascer com tamanha beleza. Ela simplesmente foi resultado de uma mistura feliz de genes. A regra também serve para aqueles que, desde cedo, sempre foram feios. Ninguém pediu pra nascer do jeito que veio ao mundo.
Sabe-se portanto, que beleza sozinha não resolve muita coisa na vida. Sabemos, por exemplo, que na hora da conquista, há muitos fatores que contam antes do rostinho bonito. Charme, estilo, jeito, conversa, olhar. Diferente da beleza, esses atributos são considerados méritos pessoais, porque fazem parte, direta ou indiretamente, de uma escolha individual de cada um e que se desenvolvem junto da personalidade do indivíduo
Respondendo a pergunta do post se o mundo seria mais facíl para os bonitos, acredito que não, a primeira impressão pode contar e muito, nesse sentido pessoas bonitas sairiam na frente, mas apenas beleza não dá sustento, principalmente quando o indivíduo não tem conteúdo, inteligência, humildade, entre tantos outros atributos. Além do mais, a beleza é relativa, por mais que exista um padrão de beleza a ser seguido ele não é único, o que é bonito para mim pode não ser para você.

28 setembro 2011

Namorando à distância: quando vale a pena - problemas e vantagens

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Você conheceu aquele cara incrível numa viagem de verão e resolveram namorar. Ou conheceu aquela mulher muito especial pela internet, mas ela mora à 250 km de distância da sua casa. Namorar ou ter algum tipo de relação à distância é uma coisa que todo mundo viveu, viverá ou conhece alguém próximo com essa história. Normalmente essas histórias não tem final feliz, muito menos um “durante” prazeroso – apenas um começo apaixonado.
Não somos contra o namoro à distância. Apenas defendemos que uma relação na qual o encontro físico só acontece mensalmente ou em intervalos similares, perde vários fatores saudáveis e estimulantes do relacionamento presencial. Essa é a principal razão desses tipos de namoro não darem certo. Precisamos, então, encontrar novos acordos para esse tipo de relação ser feliz – e isso apenas o casal poderá fazer. Vamos analisar os principais fatores que influenciam num namoro à distância: 
Ciúmes à distância
Um sentimento presente em namoros à distância é a insegurança e ela é o que faz o ciúmes crescer. Quando ele cresce e se manifesta frequentemente, os atritos e brigas transformam qualquer namoro feliz, num inferno na terra.
Sexo à distância
Essa é a parte onde os casais mais sofrem em relacionamentos à distância. Com uma frequência sexual quinzenal, é claro que a maioria dos dias você estará trançando as pernas de tesão e seu namorado a horas de distância. Sua vida vira quase uma tortura - sempre que pensar em sexo, vai lembrar de quantos quilômetros distanciam vocês e quantos dias faltam para vocês se encontrarem. E ai já viu: a saudade abre espaço para a carência e fazendo verdadeiro aquele famoso ditado: “Quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência”.
Imagine quantas noites você vai dormir sozinho e querendo alguém no meio de suas pernas. Quantas oportunidades de sexo e momentos legais com outras pessoas você perderá? Resistirá durante dias até o próximo encontro oficial com o namorado??  O tempo passa muito rápido em nossas vidas e precisamos procurar viver intensamente felizes e satisfeitos, todos os dias.
As Vantagens
Namorar à distância não tem somente pontos negativos. A rotina não existe nesse tipo de relação, o que torna todos os encontros muito felizes e cheio de novidades. Outra coisa muito bacana é que o casal é forçado a conversar muito, pois é a única coisa que resta para aproveitar. E conversam sobre tudo, desde as coisas mais banais, até histórias que os fazem rever conceitos, debater ideias e evoluir como pessoa.


13 setembro 2011

Verdades ou homições: quando elas são necessárias em um relacionamento

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Existe um teoria que afirma que, se todo mundo fosse verdadeiro, não haveria mais nenhum tipo de relacionamento pessoal no mundo, tudo se acabaria. Isso acontece porque a verdade pesa e muitas vezes, é difícil carregá-la. Mas, se prestarmos atenção nos relacionamentos amorosos, é fácil perceber que muitos dos problemas que aparecem, surgem por causa de uma mentira contada ou de uma inocente omissão. E aí fica a pergunta, é possível e preciso ser totalmente verdadeiro num relacionamento?

Quando queremos alguma coisa na vida, é fácil manipular. E manipulamos porque achamos que é possível ser melhor do que somos; manipulamos porque temos medo do outro não gostar da nossa verdade; manipulamos porque ser sincero é difícil; manipulamos porque uma verdade inventada é muito mais confortável. E muitas vezes, as omissões e mentirinhas bobas são fáceis de segurar por um tempo.  O problema começa quando o relacionamento vai pra frente. Daí, sabemos que dá muito trabalho desenterrar as omissões do início, então as mantemos. E, é claro, vamos adicionamos outras mentirinhas sem importância no meio do caminho.

E aí, fica a pergunta. Será que a verdade deve prevalecer 100% nos relacionamentos? Será que isso é possível? Como diferenciar uma mentirinha boba de uma mentira de verdade? Como saber se o que você considera “bobo” não é algo relevante para o outro? E ai leitores qual são suas opiniões???

22 agosto 2011

Ser sexy nos pequenos detalhes

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As coisas que fazem um homem ser charmoso, geralmente são pequenos detalhes:

1. Barba por fazer – aquela que ele deixou acumular por uns 3, 4 dias;
2. Jeito mais largado – os que seguem estilo boy;
3. Mãos – de preferência grandes e bem cuidadas (sem unhas grandes!)
4. Camiseta branca + jeans;
5. Homens que dão beijo no rosto com a boca e não com a bochecha;
6. Cabelo bagunçado (sem gel!);
7. Cueca boxer;
8. Atitude – aquele homem que sabe o que quer e não demora pra agir;
9. Homem cheiroso;
10. Blusa com gola V;
11. Aquele ossinho no quadril, junto com as entradas que apontam pro paraíso;
12. Ombros largos;
13. Os pelinhos do “caminho da alegria”;
14. Tatuagem.

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