Uma pesquisa feita pela folha de São Paulo em 1997, mostrou que 57% dos pais acreditavam que era a televisão que educava os seus filhos, além disto, a pesquisa apontava também que a televisão aberta atingia 160 milhões de brasileiros, sendo que 18% eram analfabetos e em torno de 40% eram semianalfabetos, isso é muito preocupante se levarmos em conta que essas crianças de 1997 são os adolescentes de hoje, e que se realmente cresceram educados pela televisão provavelmente estão imbuídos de estereótipos em relação aos homossexuais, pois por muito tempo a televisão apresentava (e ainda apresenta) o homossexual apenas como um personagem cômico que levava a diversão pela ridicularização”.
Na maioria das vezes o homossexual é apresentado como um desviante do comportamento “correto” e aceito pela sociedade. Bauman um sociólogo bem famoso no meio acadêmico nos mostra que cada sociedade traça fronteiras e mapas estéticos e morais, por conseguinte ela produzirá também os indivíduos que irão transgredir essas fronteiras, seja pela sua cor de pele, cultura étnica, religião, gênero ou orientação sexual. Desta forma, pelo padrão cultural e moral muito ligado a preceitos religiosos, o homossexual no Brasil não se enquadra num mapa estético e moral, por isso é visto como o “diferente” sendo não apenas não reconhecido pela sociedade, mas também pelo poder público que ainda não estendeu todos os direitos civis e jurídicos a essa população. Nos últimos anos o homossexual tem sido representado na televisão de uma forma mais séria, porém a sua orientação sexual nunca é exposta de forma explicita, com um beijo, um olhar romântico ou uma insinuação. Esse tipo de comportamento por parte da televisão e da sociedade em geral pode ser chamado de hipócrita, pois é de alguma forma, uma conduta social baseada na “lei do silencio”, onde existem comportamentos que todos conhecem, mas ninguém comenta”.
Na maioria das vezes o homossexual é apresentado como um desviante do comportamento “correto” e aceito pela sociedade. Bauman um sociólogo bem famoso no meio acadêmico nos mostra que cada sociedade traça fronteiras e mapas estéticos e morais, por conseguinte ela produzirá também os indivíduos que irão transgredir essas fronteiras, seja pela sua cor de pele, cultura étnica, religião, gênero ou orientação sexual. Desta forma, pelo padrão cultural e moral muito ligado a preceitos religiosos, o homossexual no Brasil não se enquadra num mapa estético e moral, por isso é visto como o “diferente” sendo não apenas não reconhecido pela sociedade, mas também pelo poder público que ainda não estendeu todos os direitos civis e jurídicos a essa população. Nos últimos anos o homossexual tem sido representado na televisão de uma forma mais séria, porém a sua orientação sexual nunca é exposta de forma explicita, com um beijo, um olhar romântico ou uma insinuação. Esse tipo de comportamento por parte da televisão e da sociedade em geral pode ser chamado de hipócrita, pois é de alguma forma, uma conduta social baseada na “lei do silencio”, onde existem comportamentos que todos conhecem, mas ninguém comenta”.
Depois de alguns dias longe do blog, estou voltando. Brincar de mestrado não é fácil!!


