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09 agosto 2012

Onde está a homofobia?

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Dieison Marconi
        
         O que é que não temos de aguentar em uma revista eletrônica pra ver uma matéria  que queremos muito, em?! No último domingo, o programa que alcunha-se de Show da Vida (leia-se Fantástico)  nos roubou um precioso tempo falando na possível  existência  de fantasmas e de lugares  mal assombrados. Interessantíssimo, não é?!  Mas a matéria  de meu real interesse era sobre número de vítimas de homofobia no Brasil segundo o relatório da Secretaria dos Direitos Humanos. O relatório da SDH foi elaborado a partir das denúncias do disque 100 e mostrou uma paisagem empiricamente conhecida por nós homossexuais, mas provavelmente desconhecida para a maioria dos heterossexuais.  Esta paisagem homofóbica brasileira, segundo a matéria com base nos dados, é alimentada principalmente pela família ao discriminar e promover a violência física e psicológica contra seus membros homossexuais. Das quase sete mil denúncias de agressões analisadas, 42% aconteceram em casa e 30,8% aconteceram na rua. No entanto, como este número é um resultado das denúncias feitas ao disque 100, e levando em consideração os vários casos que podem não ter sido denunciados, acredito que este número de violência de caráter homofóbico,  em casa ou na rua,  seja  muito maior.
          
O que eu achei da matéria? Gostei. Foi uma ótima ideia o Fantástico ter colocado uma jornalista cadeirante para trabalhar com esta pauta, os depoimentos são tristes e desconfortáveis, e mesmo que às escuras, conseguiram transmitir uma mensagem clara de que a homofobia não se qualifica somente como um assassinato motivado por discriminação da diversidade de orientações sexuais, repudio ou ódio a comunidade LGBT, mas  também como um terrível sofrimento psicológico. Que a homofobia existe ao ponto de uma entrevistada dizer que em sua casa, ela tem apenas inimigos, e a única coisa que pede a eles, é respeito. Que a homofobia, ao contrário dos que alguns dizem, existe sim, tanto que atinge não somente aos gays, travestis, lésbicas, bissexuais e transexuais, mas aquele pai e aquele filho confundidos com um casal gay, aqueles dois irmãos heterossexuais que andam abraçados na rua e um deles é barbaramente assassinado. 
           
Ressalto somente  que foi uma pena a matéria não ter tocado em um dado importante do relatório: é na infância que a maioria dos homossexuais já começam a sofrer a injúria e a violência homofóbica, seja por parte dos pais, dos irmãos, dos tios, dos avós, etc.  Tal dado me fez lembrar a fala de Osvaldo Bazán, jornalista e escritor argentino, num discurso pronunciado na Câmara dos Deputados durante o debate da lei de matrimônio igualitário nas comissões legislativas: “a criança judia sofre a estupidez do mundo, volta para casa e lá seus pais judeus lhe dizem: ‘estúpido é o mundo, não você’. E lhe dizem por que essa noite não é como todas as noites, e contam para ele a história daquela vez em que tiveram que sair correndo e o pão não levaram. Dão-lhe uma lista de valores e falam: ‘Você está parado aqui’. E saberá a criança judia que não está sozinha. A criança negra sofre a estupidez do mundo, volta para casa e lá seus pais negros lhe dizem: ‘estúpido é o mundo, não você’. E lhe falam do berço da humanidade, de um barco, de uma guerra. Dão-lhe uma lista de valores e falam: ‘Você está parado aqui’. E saberá a criança negra que não está sozinha. A criança homossexual sofre a estupidez do mundo e nem pensa em falar com os pais, porque supõe que eles vão ficar chateados. Não sabe por quê, mas eles vão se chatear. E para seus pais, o pior é crer que seu filho não é como eles (…). A criança homossexual, só por ter nascido homossexual, só por ter sido parida em território inimigo, está em guerra com a religião, com a ciência e com o Estado. Como poderá uma criança enfrentar uma luta tão desigual?”.  (Não preciso nem falar que no quesito de validação dos direitos LGBTS, a Argentina está bem a nossa frente, os representantes políticos tupiniquins teriam muito a aprender com nossos hermanos)         
           
No relatório, também fiquei um tanto surpreso quando vi que as mães tendem a ser os entes familiares mais homofóbicos, que atitudes como a agressão física ou psicológica e expulsar o filho ou a filha de casa, partem, na maioria das vezes, delas: 9,5 % das agressões foram praticadass por mães, enquanto 4,8 % foram praticas pelos pais.
            
A matéria do Fantástico veio em boa hora? Veio.  É ótima a divulgação desse relatório? Sim, é ótima. Mas seria melhor ainda se não ficasse apenas na divulgação.  Precisamos de políticas públicas efetivas por parte do governo federal, pois até agora, NÃO HÁ NADA. Alias, se uma mísera e simples tentativa de conter o bullying  homofóbico nas escolas foi vetado, ou mesmo uma simples campanha de prevenção contra o vírus do HIV entre os gays por estes serem os mais contaminados também foi  vetada, o que dizer então da PL122 que visa criminalizar a homofobia?
           
Não posso deixar de falar das criticas que a reportagem do Fantástico recebeu  dos cristãos antes e depois de sua exibição. Tais criticas não exigiam nada mais, nada menos que o “Show na Vida” fizesse uma reportagem sobre a cristãofobia. Isso mesmo! Cristãos que são mortos, agredidos, ofendidos, expulsos de casa, que tem de travar uma guerra para adotar crianças e casar no estado civil, eles que são rejeitados, perdem o emprego e tem seu psicológico abalado somente por  serem  ....somente por serem cristãos.  
       
Na verdade, sugeriria ao Fantástico que fizesse  uma nova matéria sobre cristianismo sexofóbico, sobre o bolorento e hediondo armário que boa parte dos cristãos insistem em permanecer enquanto vergonhosamente desrespeitam direitos humanos e cidadãos, enquanto insistem em um ódio gratuito para com nós, LGBTS. Sim, estes cristãos que  pregam apenas o amor de cristo.

13 maio 2012

Marcha das Vadias em Floripa

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 No dia 26 de maio vai acontecer a marcha das vadias aqui em Florianópolis, um movimento mundial que busca o fim das desigualdades sexuais e o direito da mulher ter autonomia sobre o seu corpo sem ser julgada pela nossa sociedade hipócrita e altamente machista. E o Para Lady's solidário aos movimentos feministas, estará presente nessa manifestação. Aproveito também para convidar os leitores daqui de Floripa para participarem, e também os leitores de outros estados participarem em suas respectivas cidades, já que essa marcha vai acontecer em diversas cidades brasileiras no mesmo dia (para saber mais clica Aqui). Segue abaixo o texto de divulgação da marcha.
Quando alguém sofre uma agressão de qualquer tipo, quem é o responsável? A resposta parece óbvia, o agressor! Nem sempre é assim que as coisas funcionam no caso de violência contra a mulher. Embora seja garantido a ela o direito de denúncia e proteção, na prática o que costuma acontecer é que a vítima é julgada como sendo responsável de alguma maneira pela violência. Violência não é só violência física, é também psicológica, simbólica e patrimonial. Quando uma mulher é obrigada a escutar comentários de péssimo gosto, que tem relação com seu corpo e a forma como ela está vestida, isso também é violência. 
Quando se trata de abuso sexual, é comum ouvirmos que “a mulher facilitou”, andou em lugares perigosos, vestiu-se de maneira inapropriada, ou até mesmo “não se deu ao respeito”. Esse tipo de atitude acaba por impedir a mulher de procurar ajuda, afinal, ela mesma pode se sentir culpada uma vez que vive numa sociedade que mantém pensamentos como esse. Lugar de mulher é em qualquer lugar, em qualquer horário e com a roupa que ela quiser! A marcha das vadias é um movimento de abrangência mundial que visa eliminar, ou ao menos questionar essa lógica machista e bastante perigosa. Ora, se um homem é vítima de agressão, ninguém o responsabiliza de forma alguma e nem deveria. O que nosso movimento quer defender é que uma mulher também deve poder ser livre para se vestir e se comportar como bem entender, tendo total autonomia sobre o seu corpo e que nada nem ninguém pode nele intervir sem sua autorização. Por fim, trata-se de uma marcha pela liberdade e igualdade de gêneros, de um movimento feminista. E feminismo é a ideia radical de que mulher também é gente!
 Marcha das Vagabundas Florianópolis - Dia 26 de maio de 2012
Concentração às 10h na Catedral Metropolitana (centro)
Contato e informações: marchadasvagabundasfloripa@gmail.com

19 abril 2012

Tarefa escolar: pra não dizer que não falei de diversidade sexual

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Dieison Marconi 
@Dieimarconi

Ensino médio. Conversas durante intervalo, corredor tumultuado. Acho que eles se encontraram Lendo Nietzsche. Um em cada banco, depois de um lanche seco no refeitório onde não haviam se cruzado. Olharam um para a capa do livro do outro e riram, pela coincidência. Eu que também lia livros, talvez estivesse deixando de acreditar que iria encontrar alguém lendo Nietzsche, e assim, não iria poder dizer: foi Nietzsche que nos uniu.  Mas o que iria dizer mesmo, é que senti uma ponta de inveja ao ver aqueles dois meninos iniciando uma espécie de namoro, de se encontrarem pela capa do livro como dois pássaros que encontram o mesmo ninho e resolvem dividi-lo para o bem dos dois, um contrato social via capa de livro.”  

     A pequena narração acima é crônica. Crônica em um sentido um tanto doentio da palavra, já que em uma escola e principalmente em uma sociedade que se diz gozar de modernidade e ideias a frente de seu tempo, aqueles que partilham de uma vivência da sexualidade que não se enquadra no rótulo heteronormativo, no mínimo, são considerados doentes. É doente também, e esta doença não se restringe somente a opiniões pessoais e preconceituosas, mas sim a uma inaceitável negação aos direitos humanos de que toda e qualquer pessoa, independente de seu credo, cor, classe, etnia e orientação sexual merece dignidade, segurança e respeito.  Para lembrar que direitos humanos ainda existem, quanto ainda será necessário ratificar que a adolescência é uma idade de descoberta e que nisto, a sexualidade implica naturalmente em orientações diferentes, seja ela bissexual, homossexual e  heterossexual? Quanto ainda será necessário também, listar mais e mais casos de jovens e adolescentes que sofreram alguma forma de repressão dos colegas devido a sua orientação sexual, e que isso, resulta em mortes   ou  causa transtorno ao adolescente e a toda família ?!
   Tais casos tem sido noticiados a exaustão e nada  ou muito pouco se tem feito para o reparo da homofobia nas escolas, pois por mais que entidades defensoras dos direitos LGBTS tem  lutado fortemente pelos mesmos, temos pouca representatividade no governo e temos um governo que não perece tão preocupado com questões referentes a  homofobia.
        Quantos jovens, meninos ou meninas durante sua vida escolar podem dizer-se homossexuais e sentir-se homossexuais com todo o direito a sê-lo sem sofrer represálias ou discriminações? Tanto se tem gastado e abusado do termo bullying, mas na prática, o que realmente tem sido feito para debela-lo e promover o respeito a diversidade sexual no âmbito escolar? O que tem se visto, são retrocessos que apenas subjugam adolescentes homossexuais a uma total insegurança e hostilidade: câmera no Rio de Janeiro tenta aprovar projeto que proíbe material didático que trabalhe diversidade sexual nas escolas, veto ao kit anti-homofobia, veto ao vídeo educativo voltado ao publico homossexual no carnaval, bancada evangélica encampa projeto cura gay, entre tantos outros atos e discursos homofóbicos abastecidos por ideias extremistas e religiosas que ignoram qualquer menção de direitos humanos.
               Ainda assim, quanto ao combate a homofobia nas escolas,  é e será necessário perguntar a nossa presidenta Dilma Rousseff, se combater a homofobia não significa reconhecer que qualquer orientação sexual não heteronormativa  é tão digna de respeito quanto a heterossexualidade? Lembrar, também que, quando a mesma afirma que o seu governo “combate a homofobia, mas não propagandeia qualquer opção sexual”, parece que nos diz que  a homossexualidade é uma espécie de defeito ou algo vergonhoso e que não há nada de positivo na mesma. E tal como outros “deficientes”, gays devem ter seu “problema” tolerado. Diante de tal afirmação, a figura de guerrilheira e presa política da Dilma de outrora, já não lhe cai tão bem: o governo desta é subserviente aos evangélicos, como se repetisse o discurso nauseante de pastores ou padres: o pecador deve ser amado, mas não o seu pecado, ou seja, gays podem ser acolhidos, mas não a sua homossexualidade.  
    Quantos alunos de 16 anos no ensino médio, independente de ser homossexual ou heterossexual terá senso crítico  o suficiente para perceber que um não deve sentir-se  humilhado pelo que se é e que o segundo não deve reprimir o primeiro devido a uma diferença que até então foi marginalizada por um seio  social preconceituoso? Quantos alunos podem chegar em casa sem culpa alguma de sentir atração pel@ colega do mesmo sexo e até introduzir na família, uma maior consciência, respeito e tolerância com a diversidade sexual? E não é função da escola formar não apenas alunos, mas sim alunos com consciência crítica frente às realidades da quais comunga? Ao não permitir uma educação sobre diversidade sexual da escola, sendo ela necessária para formação de uma sociedade justa e equilibrada, onde a lecionarão então? Na rua que não vai ser, pois é justamente devido a esse déficit educacional que rua é lugar de homofobia escancarada, agressão e espancamento.  

PS: A próxima coluna vai unir duas coisas muito boas! Homem e Música Popular Brasileira. Até lá.  

24 abril 2011

Rapidinhas do domingo

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Aguilera na calçada da fama gay

Christina Aguilera participou na noite desta quarta-feira (20) da cerimônia GayThe Abbey's Walk of Fame realizada em Hollywood, na Califórnia. A festa foi organizada pela comunidade homossexual que homenageou a cantora com uma estrela na calçada da fama gay por ela ser defensora dos direitos dos homossexuais.




Lei Maria da Penha é aplicada a casal gay no Rio

 Um casal gay do Rio de Janeiro teve a Lei Maria da Penha aplicada em virtude de violência doméstica. A decisão foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do Estado. Com a decisão, do juiz Alcides da Fonseca Neto, da 11ª Vara Criminal do Rio, o réu precisará manter a distância de 250 metros do seu companheiro. O réu teve concedida a liberdade provisória, sem o pagamento de fiança. 
Durante três anos o casal esteve em uma união homoafetiva. Na casa onde moravam no centro do Rio, o cabeleireiro Adriano Cruz de Oliveira foi vítima de várias agressões praticadas por seu companheiro, Renã Fernandes Silva. A última ocorreu na madrugada do dia 30 de março. Silva atacou o companheiro com uma garrafa, lesionando seu rosto, perna, lábios e coxa. 
Para o juiz, "a especial proteção destinada à mulher pode e dever ser estendida ao homem naqueles casos em que ele também é vítima de violência doméstica e familiar, eis que no caso em exame a relação homoafetiva entre o réu e o ofendido, isto é, entre dois homens, também requer a imposição de medidas 'protetivas' de urgência, até mesmo para que seja respeitado o princípio constitucional da isonomia".


"Glee" e "Modern Family" recebem prêmio de grupo ativista gay

 "Glee" e "Modern Family" empataram como melhor série de TV na categoria comédia na apresentação dos GLAAD Awards no domingo, enquanto o grupo ativista que organiza a premiação homenageou programas e astros pelo avanço ao retratar gays e lésbicas na mídia.
Os dois programas, que já venceram prêmios Emmy, têm personagens e abordam temas que contribuíram para a aceitação da comunidade gay, lésbica, bissexual e transexual nos Estados Unidos, disse o principal grupo ativista dos direitos gays do país.
O concurso de moda "Project Runway" venceu o prêmio de melhor reality show na TV depois que um concorrente revelou publicamente na TV ser soropositivo no ano passado.
A atriz de TV e da Broadway Kristin Chenoweth, convidada especial de "Glee", recebeu o prêmio Vanguarda, que é entregue anualmente pelo GLAAD àqueles que aumentaram a visibilidade e a compreensão da comunidade GLBT.
Chenoweth foi escolhida por defender seu colega na Broadway Sean Hayes no musical "Promises, Promises", contra comentários publicados em um artigo de revista em 2010, que argumentava que atores gays assumidos não eram convincentes no papel de personagens heterossexuais.
Os prêmios foram apresentados em um jantar de gala em Los Angeles, organizado pelas atrizes de "Parks and Recreation" Amy Poehler e Rashida Jones.
A Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação (GLAAD, na sigla em inglês), homenageia séries de TV, filmes, jornalistas, músicos e blogueiros que retrataram de forma justa a comunidade GLBT e as questões que os afetam.
A maioria dos prêmios da mídia será entregue na cerimônia em São Francisco em maio

30 janeiro 2011

Domingo da Informação: México ganha cervejas para gays

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Cervejas 'Salamandra' e 'Purple Hand' são destinadas à comunidade gay e lésbica do México. 
Cervejas 'Salamandra' e 'Purple Hand' são destinadas à comunidade gay e lésbica do México. 
Empresários da cidade de Guadalajara, no centro-sul do México, lançaram as primeiras cervejas dedicadas à comunidade gay do país.

A 'Salamandra' e a 'Purple Hand' (mão púrpura, em tradução literal), da fabricante Minerva, são totalmente orgânicas, produzidas com malte e mel. Por enquanto, só 500 caixas foram fabricadas e já estão esgotadas.
Os fabricantes afirmam que a procura é grande até em outros países, como Argentina, Equador, Chile, Colômbia, Japão e Estados Unidos. A Minerva pretende, no entanto, primeiro atender o mercado doméstico. O diretor criativo da empresa, Dario Rodriguez Wyler, afirmou que a empresa foi criticada 'por não incluir heterossexuais no público-alvo'.

'Os produtos são totalmente direcionados à comunidade gay e lésbica. Nunca tivemos a intenção de que os  os heterossexuais, bebessem o produto.'

A Minerva calcula que o mercado homossexual da Cidade do México, Riviera Maya (região mexicana da costa do Mar do Caribe) e de Puerto Vallarta (cidade na costa do Pacífico) movimente cerca de US$ 8 bilhões.

Olha eu gostei da idéia, mesmo acreditando que quando se procura a igualdade é estranho ter produtos que diferenciam a opção sexual de cada indivíduo. Mas a iniciativa é valida, finalmente os empresários estão percebendo todo o potencial da camunidade GLBT, ah e claro essa coisa de orgânico e mel é bem coisa de frescura gay, dúvido que um hetero coçador de pinto beberia essa cerveja ahsuahsuahsua
bjos

 PS: estou fazendo uma enquete aqui no blog para saber quais os temas que mais  chamam a atenção dos leitores, por isso gostaria que todos participassem. A enquete está ai ao  lado. Obrigado!!!

18 janeiro 2011

MTV veicula chamada contra homofobia

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Assistindo MTV ontem a tarde vi essa propaganda. Achei bem legal a MTV mostrar esses dados, e mostrar também que é um meio de comunicação aberto, democrático e livre de preconceitos.

11 novembro 2010

Beijo gay em Glee

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Kurt foi surpreendido com beijo do valentão do time de futebolApós mostrar momentos lésbicos, a série "Glee" exibiu um beijo gay no episódio dessa terça-feira, dia 9, nos Estados Unidos. A cena rendeu a liderança de audiência entre os seriados americanos no momento da exibição. O beijo, que foi protagonizado pelo estudante homossexual Kurt (Chris Colfer) e por um valentão do time de futebol (Dave Karofsky), atraiu 10,8 milhões de espectadores.
O episódio "Never Been Kissed" tratou de bullying entre os adolescentes.
O personagem Kurt, que estava sendo molestado pelo jogador do time de futebol Dave Karofsky (Max Adler), vai tirar satisfação com ele. O valentão acaba beijando o cantor do coral.

 

Vi em um blog amigo um post falando desse beijo gay em Glee, eu que adoro o seriado baixei imediatamente para conferir, e gostei muito de ver um valentão que ficava ameaçando um gay e que na verdade é gay também, mas muito reprimido pelos preconceitos sociais, e acaba se escondendo gerando mais preconceitos.
O que todos nos estamos cançados de ver por aqui no Brasil.

01 novembro 2010

Bancos já permitem financiamento imobiliário para casais Gays

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Casais Gays já podem solicitar financiamento de imóveis junto ao Banco do Brasil. A instituição anunciou que, diante de um aumento na demanda, resolveu oferecer a linha de crédito para casais Homoafetivos. Para apresentar o pedido basta que os parceiros façam uma declaração de próprio punho afirmando viverem em união.   
Executivos do Banco do Brasil esperam que a medida, em curto prazo, gere um aumento entre 5% e 10% na quantidade de mutuários. Mas a expectativa é que o aumento seja maior em longo prazo. Com a decisão, o Banco do Brasil se junta a outras instituições financeiras como Itaú, Santander e Caixa Econômica Federal, que já oferecem crédito para casais Homossexuais.
Na maior parte dos casos, os bancos avaliam a capacidade das duas partes de honrar as dívidas de forma independente. Em caso de inadimplência, os dois são notificados. A união civil entre pessoas do mesmo sexo é cada vez mais comum no Brasil. A partir de 2011, casais Homossexuais poderão declarar companheiros no Imposto de Renda de Pessoa Física (IR), desde que seja comprovada a união estável.
Situação parecida acontece nos tribunais, onde os companheiros Homoafetivos estão conseguindo obter na Justiça o direito de receber benefícios previdenciários do INSS e dos planos de previdência privada dos companheiros falecidos. 

Opinião
O que eu sempre me pergunto é se realmente está se pensando em uma inclusão, ou apenas em busca de um mercado consumidor muito lucrativo, pois em algumas postagens abaixo podemos ver propagandas direcionadas ao público gay, e o que fica evidente é que na busca por uma maior lucratividade algumas empresas tiveram uma visão mais ampla de mercado e resolveram investir num nicho pouco explorado.
Mas  pessoalmente penso que mesmo não sendo levado em conta as diversidades, pelo menos estão tratando de um assunto que até pouco tempo era invisível. Se o mundo GLS é visto como um novo mercado,  á muito tempo ou desde sempre o mundo hetero também é; afinal heteros ou gays estamos todos condicionados a viver num mundo controlado pela indústria cultural, a qual vê em tudo um modo de ganhar dinheiro.

Propagandas II

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Comercial Da Hyundai (Gay)
Será inclusão ou apenas a busca por um novo mercado consumidor?


Propagandas

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