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17 maio 2012

Meu tempo não parou: amor em tempos de Aids

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Dieison Marconi

Um ex ativista gay, dois empresários de casas noturnas, duas travestis e uma mulher. Seis histórias com muitos pontos em comum: a cena e o comportamento gay em Porto Alegre durante as décadas de 70, 80 e 90. A pegação, as casas noturnas, as amizades, o sexo, o preconceito, a chegada da AIDS, um tempo que ainda não parou. Meu tempo não parou: amor em tempo de Aids é daqueles documentários que você senta pra ver e acaba sendo conduzindo a uma narrativa que oscila entre a ratificação de que não se deve envergonhar de suas verdadeiras cores e ao mesmo tempo, como pessoas sem medo de viver o que eram, foram marginalizadas e mortas pela desinformação, pelo preconceito e pelo HIV.  

Hoje,  17 de maio, o Dia Internacional da Luta contra a Homofobia é lembrado como o marco em que a Organização Mundial, em 1990, retirou o termo “homossexualismo” da Classificação Internacional de Doenças (CID), reconhecendo que “a homossexualidade é um estado mental tão saudável quanto a heterossexualidade”.  Meu tempo não parou se localiza justamente pouco antes desse avanço, especificamente em Porto Alegre. Marcely Malta, Dilnei Messias, Dheyser Veiga, Veruska, Bento Rocha, Edna Keitel e Gerson Winkler são as personagens desta história. Por vezes, as entrevistas intercaladas uma a outra podem tornar-se cansativas, no entanto, o enquadramento do filme (em grande maioria closes e primeiro plano), evidenciam um emocional, um íntimo dos entrevistados que vão desde as locações que se deram em lugares afetivos para os personagens-sociais, como por exemplo, o Parque da Redenção, a casa noturna Flowers, o teatro, suas próprias casas, bem como as palavras e as histórias do que cada um  fez, viu e sentiu durante algumas décadas coloridas e arrasadas.

Entre os entrevistados no documentário, surge uma foto da época que ganha status de personagem. Nela há a visão mais fiel  do vírus do HIV como uma praga gay:  um homossexual  vitimado pela AIDS é carregado em uma maca por um grupo de médicos que portam máscaras, luvas, botas, capas e outras formas de proteção. Pânico e desinformação geral. Como funcionavam as casas gays em Porto Alegre? Como estas sobreviviam ao conservadorismo e ao período ditatorial? Como sair na rua como travesti na época? Onde e como transar com seu parceir@? Como era ver seus amigos de livre e espontânea vontade se sujeitando a métodos médicos que prometiam a cura da homossexualidade? Como era ver amigos e familiares morrendo devido a AIDS sem saber realmente, o que isso era, mas que mesmo assim, dizia-se (revista Veja na Época) que era uma praga gay?  
Tudo se embaraça como lembrança e reflexão em um documentário que dura pouco mais de meia hora, mas que nos mostra, que apesar de todos os problemas que gays, lésbicas, travestis, transformistas, transexuais e todas as facetas da diversidade sexual humana ainda enfrentam, evoluímos muito.  É fato que ainda há muito por mudar, mas evoluímos. O que parece ser realmente o mesmo daquela época para agora, é  que vivenciar sua própria sexualidade marginalizada, é felicidade enobrecida.    

Fica a sugestão pra quem se interessou: Meu tempo não parou- Direção Sílvio Barbizan e  Jair Giacomini- (Nuances-2008)

25 janeiro 2012

Falando com gabi: Como os valores morais podem influenciar o ato sexual

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Ai gente desculpa por ficar tanto tempo ausente, mas tive um final de ano conturbado, eu e Frederico estávamos estudando como condenados, mas valeu a pena né baby?? :)
Bueno, agora estou de férias na casa dos meus pais, e é nessas horas de convívio diário com a família que podemos perceber algumas opiniões bem diferentes referentes a criação, ao tempo, e a personalidade individual de cada um né! Tive oportunidade de conversar bastante com minha mãe, minhas tias e primas sobre sexo nas festas de final de ano e nas reuniões de férias, minha família não é extremamente conservadora, mas ainda assim tem muitos preconceitos e bloqueios quanto ao sexo. Pude compreender a origem desses bloqueios ao saber da vida que minha avó tinha. Minha tia (a mais liberal e descabida de pudores para falar sobre sexo) me contou que minha avó nunca trocou-se de roupa na frente de meu avô, quando transavam exigia que estivesse tudo bem escuro, pois o sexo realmente só servia para a reprodução. Isso não significa que todos eram assim naquela época, mas muitas pessoas abominavam a sexualidade prazerosa. Minha tia também me contou que sua mãe nunca conversou com ela sobre menstruação, quando menstruou não sabia o que estava acontecendo, naquele dia uma tia dela estava lá, ela inocente entrou na sala e disse em voz alta: " mãe, estou sangrando, o que está acontecendo?" minha avó levantou e acertou um tapa em cheio na cara de minha tia, exigindo que ela nunca mais dissesse uma coisa horrível daquelas! Quando tinha 17 anos minha tia engravidou ( será que por falta de instruções?) foi expulsa de casa, e condenada pelos meus tios e meu avô! Até hoje ela disse que quando está transando ve meu avô apontando o dedo pra ela, falando coisas horríveis sobre sexo, ela frequenta terapeutas para superar o trauma, pois segundo ela nunca consegue alcançar o orgasmo, porque aprendeu que aquilo é algo sujo e pervertido! Minha mãe me revelou que não transou com meu pai antes do casamento porque tinha medo de engravidar e de ser expulsa assim como minha tia, contou da dificuldade da vida a dois durante anos sem sexo!
Ainda em minha geração algumas pessoas da família sofrem com tabus e bloqueios sexuais, e isso realmente aflinge as pessoas, é um problema muito sério que afeta todas as outras relações diárias!
Nós que somos filhos de uma era mais aberta ao diálogo sobre sexualidade, devemos trabalhar nossos filhos e alunos para não sofrerem e praticarem preconceito e a condenação. A religião cristã condena muitas coisas, mas a bíblia que é o livro sagrado e a base do ensinamento, é interpretativa, eu particularmente acredito que devemos acima de tudo amarmos uns aos outros, independente dos atos e opções sexuais!
Agora vou aparecer mais vezes por aqui, porque estou mais tranquila de tempo, estou aceitando sugestões para posts viu :)
Beijinhos!

23 agosto 2011

Falando com Gabi: Sexo sem penetração é sexo???

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Hola chicos e chicas! Eu sempre tenho curiosidade para saber se as pessoas pensam as mesmas coisas que eu! A pergunta de hoje é: sexo sem penetração é sexo? Pra mim o melhor de todos é o sem penetração! Claro que muitas pessoas acham que é so meter, meter dar uma gozadinha, virar pro lado e dormir! Ás vezes no dia-a-dia rolam aquelas conhecidas rapidinhas, mas a melhor transa do meu ponto de vista prazeroso é aquela com longas horas de preliminares, que duram até onde o fogo não aguente mais, e ai vem aquela enfiada "feLomenal".
Já fiz muito sexo sem penetração, quando você não pode fazer barulho, ou quando tem medo que alguem entre no quarto, ou quando quer um 69 prolongado! Mas para que o sexo sem penetração seja bom o casal tem que ter outras habilidades né, haja inovação pra dar conta de tanto fogo! É muito mais difícil um sexo Ótimoo sem penetração. Parabéns pra quem o pratica com frequencia e que mantém o pique! Mas ainda existem muito preconceito com o sexo só pelo prazer, as pessoas não gostam muito de falar sobre transas que não envolvam um buraco e um orgão reprodutor externo!
Eu amo poder olhar meu namorado enquanto faço carinho nele, poder sentir seu prazer aumentar aos poucos e principalmente poder ser romântica e delicada enquanto sentimos prazer! E vamoss falar e praticar o sexo e suas milhões de possibilidades sem preconceitos, medos e vergonhas!

Beijinhoss!!

17 agosto 2011

Falando com Gabi: "Não dando no coro" - quando o sedentarismo atrapalha no sexo

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Hola mis amores! Depois de mil anos eis que voltei das cinzas! Tinha que compartilhar com vocês minha mais nova angústia. Final de semana meu querido namorado veio me visitar, e sabe namoramos a distância, ai queremos aproveitar MESMO os finais de semana em que estamos juntos. E ai estávamos naquela de transar, descansar 10 minutinhos e recomeçar com o fogo novamente, e assim a tarde foi passando, mas eu ainda estava com vontade e pedi mais uma transadinha, ai ele me disse ai amor eu to cansado, vem por cima, dessa vez vai ter que fazer todo o trabalho (ele com toda razão estava destruído afinal eu não tinha colaborado muito nas posições anteriores, estava mais passiva) ai eu com todo meu desejo de dar mais "umazinha" disse então tá. Eis que lá pelos 5 minutos começa a me dar câimbra na pernas, e muita dor muscular, tive que passar a vergonha de "arregar" no meio do vuco-vuco, fiquei tão chateada de não conseguir agradar um pouquinho meu bofe depois dele ter feito tanta coisa.
Então tomei uma decisão, não posso mais ser uma pessoa sedentária, tudo bem admito que não devia ter deixado chegar nesse ponto, precisei ver que não dava mais no coro pra tentar correr atrás do prejuízo. Agora estou indo correr e começo a pensar, minha filha você tem que voltar a ser aquela mulher de antes, e além de tudo vai ficar com as coxas mais definidas e o bumbum duro. Ah ai as imagens e os estímulos que vem na cabeça quando estou correndo não são mencionáveis, prefiro não comentar!!!
Gente não deixem pra chegar no meu estado físico, corram (no sentido literal né)atrás da melhor coisa do mundo, resistência na cama, ah e claro a saúde né. Um brinde ao não sedentarismo!

Beijinhosss e estava com saudades de escrever aqui!

26 julho 2011

Falando com Gabi: agradando seu parceiro

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Se você quer fazer um homem feliz na cama, aprenda a fazer um boquete gostoso. O sexo nunca vai estar completo para ele se o boquete for meia-boca, literalmente. E por mais que saibamos que  homens são muito simples, fazer com que vão aos céus apenas usando o kit mão+boca+ língua exige habilidade e treinamento.
-Não tenha pressa. Chupe com vontade e curta o processo. Tire da cabeça que tem que fazê-lo gozar.
-Tenha certeza de ter bastante saliva na boca durante todo o processo. Isso mesmo, deixe os bons modos de lado: essa é a hora de babar.
-É preciso variar os movimentos, a pressão e a velocidade. Comece mais devagar e aumente o ritmo quando o tesão dele estiver subindo.
-Olhe nos olhos dele de vez enquando e faça cara de safada.
-Enquanto o chupa, não se esqueça de usar uma mão para pegar nas bolas dele, mas com suavidade, se não quiser que ele broche na hora.
-Segure o pau dele com firmeza e nao com mão mole. Mostre que sabe o que está fazendo.
-A grande maioria dos homens adora gozar na boca, e adora mais ainda quando o parceiro engole, mas isso vai ser sempre uma escolha sua. Sexo oral também é forma de transmissão de doenças, é sempre bom lembrar.
TÉCNICAS PARA MARCAR O GOL
-Comece com as bolas. Alguns homens preferem só umas lambidas, outros preferem que as coloque na boca. O importante é sem sempre muito suave.
-Dê uma atenção especial à cabeça do pau dele – essa é a parte que mais dá prazer. Puxe a pele e passe a língua, os lábios, faça movimentos circulares, dê uma sugadinha.
-Vá descendo ao mesmo tempo em que faz movimentos com a língua em todo o pau dele. Desça até o final, até o máximo que conseguir. Fique assim por um segundos e ao mesmo tempo tente sugar a cabeça o pau dele com a sua garganta.
-Dê uma paradinha no meio do processo e bata uma pra ele – enquanto isso, olhe nos seus olhos e se divirta vendo a cara dele de tesão. Depois, volte para a boca.
-Quando perceber que ele vai gozar, acelere mais e não interrompa. Nessa hora você precisa de prática e habilidade para saber a hora exata em que ele vai gozar, ai você decide se deixa a boca ou se tira e trabaha com a mão. Uma dica: quando ele começar a se retorcer é a hora do gozo, se prepare!!!
-Não deixe ele terminar com a mão – ir até o fim é um diferencial entre um boquete gostoso e um sensacional. Escolha onde vai deixar ele gozar e se prepare para ouvir os agradecimentos.

Bom essas dicas servem para você agradar seu namorado, rolo ou ficante, como também para você ser agradado ;)

Gabi recomenda sexo seguro sempre, Ficadica!!!

12 junho 2011

Falando com Gabi: Sexo é natural?!!

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Hola chicos e chicas!!! Como foi o dia dos namoradoss? Muito sexoooo??? Depois desse final de semana com meu bofe, vou ter que sentar muito em almofadinha! hehehehe
Bom hoje vou falar sobre um assunto que conversei com alguns amigos no final de semana, inclusive nosso querido editor chefe do blog (Lady's), como somos historiadores assuntos sobre mudanças de comportamento e de mentalidade no decorrer do tempo sempre surgem em nossas conversas. Então comecei a compartilhar as histórias que sempre ouvi de minha mãe, sobre os costumes de sua época e da época de meus avós, ainda acredito que essa seja uma ótima forma de estudar história, a partir da memória, e nada mais importante do que a memória da própria família.
Minha mãe sempre conta que minha avó nunca se trocou de luz acessa na frente do meu avô, porque era feio mostrar o corpo assim pra um homem, o sexo portanto acontecia de luz apagada, e como bem sabemos com uma única finalidade: reprodução (bem se vê pelo tanto de tios que tenho). Isso não significa que em todas as famílias as coisas aconteciam dessa forma, mas com certeza haviam discursos moralistas e religiosos que combatiam veemente determinadas práticas sexuais, e principalmente o prazer, e principalmente o feminino.
Se entre casais moralmente aceitos, no caso heteros, ainda haviam tabus muito fortes quanto ao sexo, esse discurso se acentuava quanto a relações homossexuais, em muitos lugares nem se falava sobre a existência de relações entre pessoas do mesmo sexo, minha mãe mesmo conta que foi descobrir muito tarde o que realmente era um gay, sendo que seu melhor amigo e primo é homossexual, mas que na época não se assumiu devido á todas as questões por nós conhecidas.
Acho muito interessante pensar como as relações sexuais mudaram, e não precisamos voltar muito no tempo, se pegarmos algumas décadas atrás, anos 50, 60 já veremos como muita coisa mudou, o sexo banalizou-se, os tabus aos poucos foram diminuindo principalmente devido ao aumento do conhecimento sobre o comportamento sexual, não podemos dizer que o sexo se tornou uma coisa natural em nossa sociedade atual, mas há um incentivo hoje de que o sexo seja algo saudável, que trabalhe com a autoestima dos envolvidos, com o corpo, com a saúde de uma forma geral. Muitas pesquisas que apontam os benefícios do sexo são realizadas e expostas á população, o que gera um aceitamento e um maior conhecimento do assunto.
Eu tenho muito interesse em pesquisar a fundo realmente esses conflitos intrinsecos nos discursos moralistas sobre sexo e historicizar as relações sociais. É sempre importante para entender nosso cotidiano e nossa sociedade, até mesmo porque não podemos dizer que todos os tabus foram superados, falar sobre sexo ainda causa constrangimento e o assunto ainda não é tratado com a naturalidade que necessita. Acredito que espaços como esse tem a função social de criar debates e propiciam realmente uma discussão democrática e aberta de todos.

Beijinhossss!!

15 maio 2011

Falando com Gabi: Já acabou?

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Hola chicos e chicas!

        Bom gente hoje vou falar de um assunto um pouco "broxante", mas necessário, ejaculação precoce (EP). Se brochar é foda(ou melhor falta de foda) ejacular antes da hora então, extremamente decepcionante. Não é um problema raro muito menos incurável, além disso muitas coisas influenciam a "precocidade" da ejaculação. As principais causas são o stress, longo tempo de abstinência sexual, insatisfação com o corpo, falta de conhecimento da própria sexualidade, aumento da sensibilidade, ansiedade, entre outras mil.
         Andei pesquisando sobre esse assunto, o que me rendeu muitas risadas. Alguns sites que visitei, se constituem enquanto guias de saúde, tratando sobre diversos distúrbios físicos, e neste caso sexual, ai surgem aquelas milhões de perguntas sobre o assunto, ai que entram os mitos em torno das curas e possíveis técnicas para retardar a ejaculação. Muitos jovens inexperientes, questionam sobre o número de vezes que teriam que se masturbar para não sofrerem com transas "rapidinhas",questionam se existem medicamentos e métodos de cura, e em muitos casos desabafam a crise no relacionamento com o parceiro gerado por esse probleminha (problemão).
        Muito se fala sobre os métodos de controle da ejaculação, eu particularmente considero alguns "broxantes" e desanimadores, como por exemplo, pensar em uma coisa que não tenha relação nenhuma com o sexo, problemas financeiros, aquela pessoa totalmente desinteressante pelada, o discurso do padre na última missa, o velório da tia Maria. Imagina você transar com o cara e ele ficar pensando nessas coisas, totalmente desestimulante. A não ser que você só ligue realmente pro rala e rola, e pro seu prazer prolongado. Acredito que outros métodos são mais efetivos e afetam menos a relação sexual. É o caso do tratamento com medicamentos, que devem ser indicados e controlados por médicos.
           Ai entra outra dificuldade, enfrentar o problema de frente, ter coragem de assumir a dificuldade de prolongar a ejaculação e procurar uma ajuda profissional. Em muitos casos os homens não admitem o problema, pelo já conhecido machismo, é importante o diálogo entre os parceiros para que realmente haja a cura e a melhora na relação sexual.
           É muito frustante quando o cara tem aquele desempenho maravilhoso nas preliminares, tem a pegada, e quando penetra em minúsculos 60 segundos goza. Ou como no caso em que li, simplesmente o movimento dos lençois causa a ejaculação. O problema é que o casal normalmente não tem o mesmo tempo para chegar ao orgasmo, sempre tem aquele que chega antes, mas as vezes sabe controlar a ejaculação até o outro alcançar a hora H, ai quando o controle escapa, as crises aumentam, o prazer do parceiro é deixado de lado o que consequentemente gera a insatisfação. Um dado que achei interessante é que 40% das reclamações sobre sexo nas terapias de casais é justamente a ejaculação precoce, problema que portanto deve ser pensado pelo casal, mas a pessoa que sofre com isso, deve assumir e querer se ajudar.
         Outra coisa interessante pra se pensar, é o que realmente é considerado ejaculação precoce, se o cara goza em 5 minutos não quer dizer que sofra de ejaculação precoce, as vezes o casal tem um tempo menor de relação, ou propositalmente opte por uma "rapidinha" ás vezes (fique bem claro é agradável ás vezes, não todo dia). Por isso é sempre bom o diálogo entre os parceiros, em qualquer situação de dificuldade e insatisfação. Muitos especialistas, alegam que quem sofre de ejaculação precoce, é aquele homem que não consegue controlar o tempo da ejaculação.
           Portanto pessoal vamos relaxar com o tempo da transa, as vezes uma transa de 5 minutos é melhor que uma de 1 hora, agora se for 1 minuto ou menos, acho que é bom começar a se preocupar né?
Eu precisava falar sobre isso hoje gente, é um assunto que me encomoda muito, e acho que existem muitos debates errados sobre isso, todo mundo já sofreu algum dia com esse problema, e muitas crises nos relacionamentos são geradas pela insatisfação sexual, o caminho é conversar mais sobre isso =))

Besos a todos.

08 maio 2011

Falando com Gabi: E se ele brochar?

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Oi gente!!

Como disse pra vocês: essa semana voltei a minha rotina (infelizmente).
Quem nunca passou por essa situação?! Estar em uma transa selvagem, e simplesmente o pênis do cara "amolecer". PUTA BROCHADA!!! Tudo bem que às vezes alguns desleixos contribuem pra isso.
Muitos homens têm traumas com relação a isso, lógico, além dos traumas relacionados ao tamanho do "pipizinho". A atitude do parceiro (a) conta muito para a retomada da auto-estima, no caso, do brochado. Certa vez, um parceiro meu brochou e minha baixa auto-estima, entrando em ação me fez pensar que a culpa era minha. Comecei a interrogá-lo, perguntei o por que daquilo...se era por causa do meu corpo, da minha "atuação" ou da minha depilação, ou melhor, falta dela. Bom, vocês já sabem a reação do moço: ficou nervoso, sentindo-se péssimo e inútil. Conclusão, nunca façam o que eu fiz, é a pior forma que se pode reagir diante de tal situação. Hoje eu agiria diferente, com certeza trataria a situação da forma mais natural possível, tentando acalmá-lo alegando que é normal e que acontece.
Bom, vamos às estatísticas. Algumas pesquisas comprovam que os homens brocham pelo menos uma vez na vida. Alguns fatores aumentam a freqüência das "brochadas", como, por exemplo, o uso de bebida alcoólica e as conhecidas bombas, além de intorpecentes em geral. Já tive ótimas experiências de sexo com parceiros que estavam bêbados, lógico, não ao ponto de estar inconsciente, mas o suficiente para que a ejaculação fosse tardia. A ejaculação precoce também é um problema freqüente na vida sexual masculina (prévia do próximo post).
O importante de tudo isso é aprender a lidar com as diversas situações que enfrentamos nas aventuras sexuais. Quando se tem intimidade a situação acaba se tornando mais fácil de ser contornada. O problema é quando isso acontece no primeiro encontro.
É, pessoal, espero que vocês tenham mais sorte do que eu, conseguindo lidar com mais sabedoria diante de tal situação.

Beijo nos corações, e feliz dia das mães!!!

01 maio 2011

Falando com Gabi: Tamanho é documento?

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Olá people! Finalmente estou de volta ao blog, continuo viajando, mas agora estou em London City. Mesmo assim tirei um tempinho ra compartilhar com vocês uma das discussões que mais gosto e que mais gera divergências de opiniões.

O tamanho do pênis realmente influencia no desempenho sexual do homem? O sexo é mais prazeroso com um másculo avantajado?

Bom eu particularmente já passei por várias situações inespradas nesse sentido. Uma delas bem constrangedora, foi eu ter ficado um tempinho com um cara que era fortinho, tinha tipo de gostosinho, e depois quando fomos pro "vamo ve" eu realmente vi e preferia não ter visto, o que ele tem no meio das pernas não pode nem se quer ser chamadode pênis, parecia muito mais aquelas balas gostosinhas chamadas "tic-tac"! É primeira decepção "peniana" é um pouco traumatizante e inesquecível, neste caso não tinha como o cara ser bom de cama, porque era muitooo pequeno, mas nos casos normais, e não de anomalia sexual, onde o tamanho se encaixa no padrão ou um pouco menor, o que conta é a habilidade, a pegada e a experiência do homem.

Existem alguns mitos de como descobrir se um cara é mesmo "abençoado" ou não. Aquele de que o tamanho do pé do cara é o tamanho do bilau, ou aquele em que o tamanho da mão em transversal também pode determinar o tamanho da felicidade. É bem que podia ser assim mesmo, mas coitados dos jogadores de basquete, iam ser muito assediados, ou pobrezinhos dos pequenos. Outro mito que existe é a teoria do L, se o cara é alto o pinto é pequeno, se é baixinho o pinto é grande, já fiquei com baixinhos e altos, e posso dizer mais um MITO para enganar os desinformados. Ai tem aquelas histórias de que a etnia do indivídio influencia nisso também. -"Ahh ele é negro, nossa deve ser uns 30 centímetros de pura alegria" ou -"Bah ele é japônes, que pena porque ele é tão gente boa e bonitinho!

Bom por experiência própria e devido ao meu gosto etnicamente eclético, posso afirmar com toda certeza que isso é MITO também.

Bom infelizmente não podemos identificar o tamanho do "pipi"apenas olhando para o moço cobiçado e analisando algumas características externas, quem nunca olhou para um home forte e másculo e não imaginou esse cara deve ser "bem dotado", ai quando foram pra cama você teve que pegar uma pinça e tirar o "negócio" (porque não podemos intitular uma anomalia de pênis) pra fora, e depois pegar um microscópio ou lupa para realmente poder ver o que ele tinha no meio das pernas. Ou olhou para um cara e não deu nada, ai se surpreendeu quando ele abaixou as calças. Pois é são situações que passamos e que não podemos evitar, a não ser que façamos um voto de castidade, o que eu não recomendo muito! E por favor boys não existem aparelhos que aumentam o tamanho, não adianta investir nos instrumentos que existem por ai , não se passa de mais um MITO.

Gente espero que vocês tenham sorte com seus bofe, e que eles tenham disposição no "rala e rola", porque o tamanho realmente em muitos casos não influência no sexo.

Boa semana e semana que vem paro com minhas trips! Beijos

18 abril 2011

Segunda do Sexo oral

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Olá pessoas, hoje é dia de Falando com Gabi, mas a nossa querida e charmosa colunista está em uma linda viagem internacional de volta a sua terra natal, isso mesmo nossa colunista é estrangeira!!! Devido a essa viagem ela não pôde escrever o post de hoje, mas vocês serão compensados na semana que vem com um excelente post. E eu serei compensado com um presente (uma camisinha cantante), depois eu falo para vocês se ela realmente canta ashuahsuahsuahsa
E para não ficarmos sem nada no dia de hoje resolvi trazer esse vídeo do Papo Calcinha, que é um programa que eu adoro eheheheh e que tem tudo a ver com o quadro Segunda do Sexo oral, pois elas também falam de sexo de uma forma bem (muito) desinibida. 
Bjos e até semana que vem, ai sim com o Falando com Gabi

10 abril 2011

Falando com Gabi: "O" primeiro encontro

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Todo mundo um dia já se indagou se deveria transar ou não no primeiro encontro. Eis que surgem as típicas imagens de um anjinho em um ombro e um capetinha no outro, e o já conhecido diálogo:
Anjo: "Não você deve se guardar para um momento mais especial, conhecer ele melhor, criar confiança, sem contar que da cintura pra baixo você tem uma reserva ambiental no nível da floresta amazônica escapando pelos furos da sua calcinha com altos níveis de "brochação" BEGE."
Capetinha: "Quando que você vai ter outra oportunidade de sair com um cara gato e gostoso desses? Nunca se sabe o dia de amanhã, reclama o tempo todo que está enferrujada e quando aparece um deus grego desses disposto a desbravar as poucas visitadas regiões intocadas pelo sol você dá pra traz?? Sem contar que se vocês forem a um motel dá uma disfarçadinha vai no banheiro pega uma lâmina de depilação e dá uma ajeitadinha no seu antigo "bigodinho de hitler", além disso pra que calcinha??"
Anjo: Bom, você pode até sair com ele e ir pra cama como uma louca desesperada sem nem ter terminado a sobremesa do restaurante romântico onde vocês foram jantar, mas aproveita porque ele não vai te ligar mais. Depois que você falar: "Foi bom pra você?", sua próxima indagação uma semana depois vai ser: "Onde foi que eu errei?"

Bom normalmente são essas as questões e dúvidas que passam na nossa cabeça assim que sentimos vontade de ir além de um beijinho e uma mãozinha boba. Mas até que ponto o capetinha e o anjinho estão certos? Será pior o sentimento de arrependimento de não ter feito ou de ter feito?? A gente nunca sabe como vai ser no outro dia, na outra semana ou até mesmo nas próximas horas, o que sempre tentamos é ter um sexto sentido, procuramos investigar a pessoa com quem estamos saindo, pra poder prever como ela vai ser depois que forem pro "vuco-vuco". Mas ele falha muitas vezes, e ai o importante é superar as decepções e tratar todas essas situações como experiências que nos ajudam a entender um pouco mais esse jogo cheio de peripécias. Eu particularmente prefiro me arrepender de ter feito ;)

03 abril 2011

Falando com Gabi: Sexo na História

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Olá pessoal!! Espero que tenham gostado do meu primeiro post! =)


Resolvi debater sobre o sexo no decorrer da história, porque esse tema rende várias discussões, assim como nos possibilita pensar o sexo enquanto prática natural livre de preconceitos e tabus.

Desde o homem das cavernas o sexo já existia enquanto forma de distração, e não apenas enquanto prática de reprodução. Existem vestígios arqueológicos que comprovam o sentido da relação sexual não apenas no tempo da "pré-história". Nos primórdios da humanidade o sexo estava relacionado á fertilidade, as representações da época nos demonstram a importancia da reprodução e do ato sexual na organização social das comunidades. O vestígio mais conhecido dessa época, é a imagem de uma mulher nua, bem incomum para nossos padrões de beleza, chama-se Vênus de Willendorf.


Existem vestígios aqueológicos de nossos conterrâneos de continente, os Incas, que apresentam relações sexuais, principalmente orais, essa sociedade também acreditava que a prática do sexo aproximava o ser humano de suas divindades.


No Egito Antigo acreditava-se que a humanidade havia surgido a partir do sêmen da masturbação do deus Aton, as divindades da mitologia eram representadas muitas vezes praticando sexo, com animais, entre homens, entre mulheres e entre divindades e humanos. Poucas práticas sexuais eram proibidas por lei, temos conhecimento da punição do adultério através de mutilações. Outra característica da sociedade egípcia era a liberdade atribuida para as mulheres, isso inclui a prática da sexualidade. Com o desenvolvimento da medicina surgiram os métodos contraceptivos, lógico que a base de produtos naturais.Assim como no Egito, na Grécia Antiga e em Roma a sexualidade estava relacionada a espiritualidade e a religiosidade, a prática do sexo muitas vezes era concebida como aproximação com os deuses.



Diferente do Egito, na Grécia as mulheres tinham limites sexuais, principalmente as casadas, que deviam se relacionar apenas com seus maridos. Logo o homem poderia procurar as mulheres "da vida", que trabalhavam em casas especificas (hoje as conhecidas casas de shows ou boates) ou participavam das festas no espaço civico das casas. Nessas festas práticas sexuais que ainda hoje consideramos promíscuas e indecentes, eram normais, como por exemplo, as ditas "surubas", as relações homossexuais também eram aceitas pela sociedade e encontramos hoje várias representações e relatos de homens importantes politicamente na época praticando sexo com outros homens. Assim como na Grécia, em Roma também cenas de sexo grupal em banhos públicos eram comuns. Além disso alguns artificios de beleza eram usados para atrair desejos e atenção. Uma obra interessante é o livro escrito por Ovídio ainda antes do nascimento de Cristo, "A arte de amar", através dele podemos conhecer um pouco mais sobre o sexo na Roma Antiga.




Outra obra desse período que acredito eu todos já ouviram falar uma vez na vida, é o Kama Sutra, foi escrito em 2 d.c. na Índia, além de ilustrar inúmeras posições sexuais, apresenta textos milenares sobre sexo.





Depois do processo de cristianização várias práticas sexuais são condenadas pela Igreja Católica, apesar de todas as punições e pregações contra o sexo, principalmente fora das relações conjugais, existem relatos de relações sexuais proibidas. Podemos ler algumas delas nas obras de Giovanni Boccaccio, conhecido pela sua obra "Decameron", na época seus escritos foram condenados, e o escritor foi exilado.




No período renascentista a Igreja Católica perde um pouco da sua influência e novas ideologias começam a surgir, é nesse cenário que vários autores escrevem sobre pornografia, filósofos como Voltaire, Rousseau e Montesquieu produzem crônicas que misturam humor, sexualidade e algumas vezes política. Outro escritor conhecido da época foi o Marquês de Sade. As pinturas voltam a trabalhar o corpo humano nu, demonstrando claramente as influências da cultura clássica helenística. Mesmo assim muitas práticas ainda eram condenadas, como por exemplo, o homossexualismo, mesmo sendo proibido, existiam casas de homens(as já citadas casas de shows atuais) clandestinas.


Hoje vivemos em uma sociedade ainda impregnada por muitos tabus e preconceitos, que percorreram milênios e que estão muito relacionados aos preceitos religiosos cristãos. Atualmente temos outras preocupações, outras relações e outros meios de propagar nossas experiências sexuais, mas sabemos que nossos desejos sexuais não são privilégios de seres humanos do século XXI. Conhecer a história nos permite refletir nossa condição, e nesse caso específico refletir como o sexo é visto e tratato hoje.


Encontrei no youtube um vídeo bem esclarecedor sobre a História do sexo. *ficadica.

Espero que vocês tenham tido fôlego, me empolguei e o post acabou ficando grande.

Até mais gente!

27 março 2011

Falando com Gabi: Sexo na TV

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Ultimamente temos visto uma explosão de programas e quadros em canais de televisão falando sobre sexo e todas as questões relacionadas com a sexualidade. Até pouco tempo não se falava abertamente sobre sexo principalmente em canais abertos. Irei comentar brevemente alguns exemplos.


O programa Amor e Sexo apresentado pela modelo Fernanda Lima, passava na rede Globo nas terça-feiras a noite. Contava com vários quadros esclarecedores e debatia sexo de uma forma criativa e dinâmica, o quadro "Gayme", por exemplo, consistia em provas realizadas por três homens homossexuais. Outro quadro que achei muito interessante era realizado por um casal de idosos, que produziam reportagens nas ruas sempre relacionadas a sexualidade.



Outro espaço na "telinha" que na verdade consiste mais em esclarecimentos, é o quadro sexo com a Laura Muller no programa Altas Horas apresentado por Serginho Groisman, Laura é sexóloga e responde perguntas de jovens da pláteia do programa e de internautas que podem enviar perguntas pelo site do programa. Creio que é importante um programa voltado para o público jovem trabalhar de forma séria essa temática muitas vezes debochada e descompromissada nas salas de aula.



A preocupação que me assombra é a banalização do sexo, e os estereótipos que podem ser reforçados dependendo de como a mídia irá tratar do assunto. O incentivo a métodos contraceptivos seguros para o planejamento familiar, e ao uso de camisinha para evitar doenças sexualmente transmissíves tem que aparecer como prioridade nos debates.

Essa inovação na televisão, não significa que não existem mais "tabus", falsos moralismos e preconceitos. Há poucos dias estava viajando e duas senhoras de idade estavam sentadas ao meu lado conversando sobre como a televisão está explorando a sexualidade principalmente da mulher, diziam estar indignadas pela forma como certos assuntos eram tratados, em meio a conversa três frases me chamaram a atenção:

- "Eles" falam com tanta naturalidade sobre um assunto tão intimo.

- Como as mulheres estão vulgares hoje em dia.

- No meu tempo não era assim, as pessoas se respeitavam, as mulheres casavam virgens, e não existiam tantos homossexuais como hoje.

Lógico que utilizaram outras palavras mais pejorativas, mas o que pretendo mostrar são as questões que ainda permanecem no imaginário das pessoas, todas muito relacionadas á criação e aos costumes morais tão impregnadas em nossa sociedade hipócrita. Ao longo dos post que irei escrever, pretendo discutir essas questões, mas buscando agregar situações e debates novos nessa temática.


OBS: Estou muito feliz em estar escrevendo aqui no Blog, nesse primeiro post decidi falar sobre essa temática, pois me preocupo em como as pessoas recebem essas informações da televisão. Porém no entanto os próximos post seguirão um perfil diferenciado, mas descontraidos e picantes.
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